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Portal do Governo do Estado de São Paulo diz, no canal "Tire suas Dúvidas", que a Vigilância Sanitária deverá multar o condomínio por cada pessoa flagrada sem máscara "nos espaços de uso comum".

Material preparado pela Condoprime, empresa de assessoria esportiva sediada em São Paulo (Capital), está disponível para download (ao final deste texto). O guia foi desenvolvido conforme as orientações do Governo do Estado, do CREF4/SP (Conselho Regional de Educação Física da 4ª Região), da OMS (da Organização Mundial da Saúde), do Ministério da Saúde e da ACAD (Associação Brasileira de Academias).

A legislação, originária do PL 1.179/2020, aprovado pelo Congresso Nacional, possibilita ainda prorrogação do mandato dos síndicos até 30/10 na impossibilidade da realização da assembleia. Artigo relativo à "quarentena" das áreas comuns foi vetado pela presidência da República. Lei Geral de Proteção de Dados (LGDP) tem o início de sua vigência protelada para dia 1º de agosto de 2021.

A monocapa é uma argamassa decorativa comum aos revestimentos de prédios mais modernos, aplicada durante a fase de construção já na tonalidade final prevista pelo projeto da edificação. Essa aplicação requer cuidados, assim como sua manutenção posterior.

A reportagem da Direcional Condomínios acompanha há quase três anos os problemas estruturais que atingiram um condomínio residencial no bairro do Paraíso, em São Paulo. Segundo laudo de engenharia contratado por volta de 2017 pela então síndica Mariza Mello, o sistema da fachada apresentava vício construtivo (falta de juntas de dilatação, substituídas por frisos de alumínio) e manifestações patológicas severas (corrosão de armaduras, entre outras), que foram acentuadas pelo adiamento das obras nas gestões anteriores.

Saiba ainda quais os procedimentos adotados em condomínio com monocapa na fachada.

Em dezembro do ano passado, a síndica Renata Linhares começou a perder o sono com as contas d’água cada vez mais elevadas do Condomínio Reserva Jardim Tarumã, residencial de três torres e 156 unidades localizado no Jardim Avelino, zona Leste de São Paulo. “Em janeiro de 2020, o aumento foi de 30%. Nos meses seguintes, foi mais acentuado, cheguei a receber conta acima de R$ 80 mil, somando áreas comuns e unidades”, relata. O valor médio mensal pago pelo condomínio-clube oscila entre R$ 36 e 38 mil, diz.

O Síndico orgânico Fábio Schmitt, também empresário do segmento de terceirização, aponta que a higienização dos ambientes coletivos ganhou relevância com a pandemia da Covid-19.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou no último dia 21/05 a NBR 16.747/2020, padronizando procedimentos, etapas, documentação e formas de apresentação de laudos de inspeção predial.

A pandemia do novo Coronavírus realçou a importância dos funcionários do condomínio. Entre eles o porteiro, que está na linha de frente da triagem dos acessos ao prédio e que tem o seu dia comemorado neste mês (em 9 de junho). Peça-chave da segurança, o profissional precisa de treinamento constante.

Aumento das contas d'água no período da quarentena deverá levar os condomínios a reverem estratégias relacionadas ao seu consumo e medição.

A palestrante, professora universitária e influenciadora Tiemi Yamashita atua no Brasil apresentando a metodologia do Mottainai, surgida no Japão com conceitos que combatem o desperdício. Tiemi se autodenomina como uma “caçadora de desperdícios” e aponta que a pandemia poderá ensinar as pessoas a aproveitarem melhor os recursos de que dispõem.

A quantidade de resíduos recicláveis coletados em um condomínio localizado em Pinheiros, zona Oeste de São Paulo, triplicou no mês de abril passado em relação a dezembro de 2019.

Síndicos colhem bons resultados com ações de sustentabilidade. Além de proteger o meio ambiente, a estratégia possibilita diminuir o consumo, reaproveitar recursos e combater desperdícios, e se torna uma grande aliada na reorganização do condomínio.

Boa parte dos síndicos profissionais entrevistados ao longo do mês de maio pela Direcional Condomínios registraram pequena elevação da inadimplência em função da pandemia do novo Coronavírus.

O prefeito Bruno Covas divulgou nesta quinta-feira, dia 04/06/2020, nota em que define os condomínios como autônomos para definirem as regras de convivência e administração durante o período da quarentena da Covid-19.

Moradores promoveram festas com convidados e utilizaram áreas de lazer e a academia apesar das medidas de distanciamento social decretadas para controlar o avanço do novo Coranavírus.

A síndica Elisa Malízia está há cerca de 15 anos na gestão do prédio onde mora, o Absolute Moema, na zona Sul de São Paulo, e considera um de seus maiores desafios as intervenções de recuperação da fachada.

A pandemia do novo Coronavírus (Covid-19) levou o síndico Helio Gomes Junior a suspender temporariamente as obras de retrofit da fachada do Condomínio Cervantes, no bairro da Consolação, zona central de São Paulo.

A visão de um condomínio de duas torres e 96 unidades, localizado na zona Oeste de São Paulo, na região do metrô Vila Madalena, mudou radicalmente em menos de um ano.

A terceirização das equipes de trabalho está presente hoje em grande parte dos condomínios e acabou fortemente mobilizada para se adaptar às medidas de prevenção à pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).

Orientações podem ser utilizadas para a realização de obras nos condomínios. Elas estão em documento produzido pela Subsecretaria de Inspeção do Trabalho, do Governo Federal, e pelo Sinduscon-SP.

Metodologia oriunda de organizações públicas e privadas, o compliance pode ajudar os síndicos a implantarem critérios éticos de contratação dos prestadores de serviços.

A impossibilidade de realizar assembleias presenciais foi um dos principais impactos da quarentena sobre a rotina administrativa dos condomínios. O formato virtual ganhou protagonismo, mas está longe de um consenso na área do Direito.

Os reflexos da pandemia sobre a vida condominial têm obrigado gestores, moradores e prestadores de serviços a uma reinvenção.

Nesta parte, Luís Renato Mendonça Davini explica como é feita a análise de riscos e dos pontos de vulnerabilidades do condomínio, os quais facilitam invasões. O especialista dá exemplos de condições inadequadas dos perímetros (como árvores próximas dos muros, que possibilitam a escalada e invasão); sobre falhas de procedimentos no controle de acesso; funções do porteiro e sobrecarga de atividades; proteção da guarita (quem pode entrar no seu interior?); sobre treinamento e orientações de protocolo de segurança aos moradores.

Neste vídeo, o especialista fala sobre:

- A composição do sistema de segurança dos condomínios: Aspectos físicos, humanos, eletrônicos e procedimental;

- O quesito procedimental e sua importância para interligar todo o sistema;

- Prevenção: Relação custo e benefício – “Agindo à frente de qualquer evento”;

- Aparatos de segurança: Proteção perimetral; controle de acesso na garagem; controle de acesso de moradores, visitantes e prestadores de serviço; câmeras, CFTV e proteção do DVR.

Nesta parte da entrevista, Luís Renato Mendonça Davini fala sobre as condições que favorecem o uso de drogas pelos adolescentes nos condomínios; sua relação com amigos de fora que os abastecem com entorpecentes, e; sobre medidas que poderão ser tomadas pelo síndico para desestimular o encontro deles nas áreas comuns para o consumo.

Algumas administradoras costumam orientar os síndicos a não interferirem nos casos em que um morador reclama do “cheiro da maconha” proveniente da vizinhança? O delegado Luís Renato Mendonça Davini questiona e rebate esta postura em entrevista neste vídeo. Segundo ele, o síndico possui representação legal para agir e deve acionar a autoridade policial.

A revista Direcional Condomínios tem reportado que boa parte das obras de adequação e/ou modernização das instalações elétricas nas edificações é motivada pela necessidade de regularização do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

Esta reportagem inicia destacando o momento de decisão por que passa a síndica Simone Alonso Kishiue em relação ao que fazer com os pontos de infiltração que atingem de forma generalizada as estruturas do 1º subsolo de garagem do condomínio onde mora, na zona Oeste de São Paulo.

Três quadras de diferentes tamanhos, além de um mini campo de futebol society, estão entre os principais atrativos de um condomínio-clube de Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo, implantado em 2012.

Entrevista licenças e contratos, tire suas dúvidas

A Aprag (Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas) tem alertado os síndicos a manterem o cronograma de desinsetização e dedetização dos ambientes mesmo durante o distanciamento social estabelecido pelas autoridades públicas para conter o avanço do novo Coronavírus (Sars-cov 2), que provoca a Covid-19.

Como entrevistas complementares à reportagem de Capa da edição de abril de 2020 da revista Direcional Condomínios, assista aqui aos vídeos com o Delegado da Polícia Civil de São Paulo, instrutor e consultor de segurança em condomínios, Luís Renato Mendonça Davini. A produção é da MoraPlay Vídeos.

O bairro da Vila Leopoldina, na zona Oeste de São Paulo, possui hoje o 3º maior número de usuários de crack em alguns bolsões nas imediações da Ceagesp, afirma o síndico e jornalista Eduardo Fiora. São cerca de 400 pessoas, um número flutuante, observa.

Quais as medidas preventivas o síndico pode adotar para barrar o consumo de entorpecentes nas áreas comuns? O direito à propriedade protege um usuário de drogas dentro de casa? O que fazer quando há pontos de consumo e tráfico perto do condomínio? Essas são questões recorrentes entre os síndicos, abordadas na reportagem a seguir.

O diretor-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, Marcelo Amaro Buz, órgão ligado à Casa Civil do Governo Federal, baixou a Instrução Normativa 04/2020, a qual possibilita que síndicos em final de mandato durante o período de quarentena possam continuar exercendo a função.

O síndico profissional Wolfram Wether defende que os condomínios contratem um diagnóstico das vulnerabilidades em sua segurança, executem um projeto para mitigar os riscos e, somente depois, programem os investimentos.

A tecnologia 4.0 oferece aos condomínios recursos cada vez mais sofisticados para controlar o acesso, o perímetro, a circulação interna e garantir a segurança patrimonial. Mas o seu maior benefício será uma grande mudança cultural no comportamento dos condôminos. O avanço tecnológico exige que eles sejam corresponsáveis pelo sistema e prenuncia a era do “Condomínio 5.0”.

Grande parte dos síndicos deu respostas imediatas e propositivas às medidas governamentais de quarentena por causa da pandemia do Coronavírus (Covid-19), extensivas a todo o Estado de São Paulo a partir do Decreto 64.881, de 22 de março de 2020, o qual suspendeu as atividades não essenciais no período entre 24/03 e 7/04.

O senador Antonio Anastasia apresentou o Projeto de Lei 1.179/2020 ao Senado Federal na segunda-feira, dia 30 de março de 2020. O objetivo é dispor de um “Regime Jurídico Emergencial e Transitório das relações jurídicas de Direito Privado (RJET) no período da pandemia do Coronavírus (Covid-19)”. Isso inclui, entre outros, mudanças de regras de circulação dentro dos condomínios.

A Direcional Condomínios apresenta aqui uma síntese de como fica a operação de setores essenciais à manutenção e à segurança das edificações durante o período de quarentena decretado pelo Governo do Estado para conter o avanço do novo Coronavírus (Covid-19).

A Portaria 014/2020, do Corpo de Bombeiros de São Paulo, prorrogou os prazos das licenças do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), do CLCB (Certificado de Licença) e TAACB (Termo de Autorização para Adequação do Corpo de Bombeiros), que venceram a partir do dia 1º de março passado.

A Coordenadoria de Vigilância em Saúde, da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, divulgou um Comunicado com recomendações não farmacológicas para os condomínios residenciais ajudarem a conter o Coronavírus (Covid-19).

Grande parte dos síndicos deu respostas imediatas, atendendo às medidas governamentais.

Em momentos de crise, comunicação e solidariedade entre os vizinhos são fundamentais.

O advogado Cristiano De Souza Oliveira, através da DS&S Treinamentos, realiza a partir do próximo dia 23 de março de 2020 quatro encontros de curso online e com transmissão ao vivo (das 19h às 22h) sobre questões práticas relativas à gestão diária do condomínio.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública e o da Saúde baixaram a Portaria Interministerial 5, de 17/03/2020, prevendo sanções e até prisão de quem descumprir isolamento ou quarentena depois de confirmada a infecção por Coronavírus (Covid-19). A seguir, a enfermeira Eli Ikuta, que passa por treinamentos sobre medidas preventivas à disseminação do vírus desde fevereiro passado, explica a importância de os moradores nos prédios seguirem a determinação do isolamento caso tenham a doença ou familiar próximo infectado. Eli Ikuta é Mestre em Psicologia da Saúde, docente na área de Saúde Coletiva e atua como enfermeira na Atenção Básica do Município de São Paulo.

O Seciesp (Sindicato das Empresas de Conservação, Manutenção e Instalação de Elevadores do Estado de São Paulo) e a Abeel (Associação Brasileira das Empresas de Elevadores) divulgaram dicas de uso dos elevadores nas edificações como medidas preventivas à pandemia do Coronavírus (Covid-19). Confira na sequência das imagens, compartilhe e ajude a divulgar. Clique aqui para baixar o pdf.

A maior feira de segurança da América Latina aconteceria de 14 a 16 de abril de 2020 no São Paulo Expo, na Capital Paulista. Leia a seguir o comunicado dos organizadores, que tomaram a decisão em função do avanço do novo Coronavírus (Covid-19).

A Direcional Condomínios recebeu nesta quinta-feira (12/3/2020) equipes e gestores de empresas que anunciam na revista para um treinamento de qualidade no atendimento. Foi o primeiro workshop de 2020; demais encontros serão programados para o ano, em agenda a ser divulgada a todos os clientes da revista. A participação é gratuita para o empresário e equipe.

Síndicos devem orientar sobre protocolo para evitar riscos potenciais de contágio e podem adotar medidas de profilaxia. Em caso de morador doente, a notificação às autoridades da saúde é compulsória.

Parece enredo de novela o percurso que o corpo diretivo do Condomínio Hyde Park enfrentou nos últimos seis anos para aprovar as obras de regularização e modernização elétrica da edificação entregue em 1979.

Na primeira visita de inspeção que uma equipe de engenheiros realizou no subsolo de garagem de um condomínio da zona Norte de São Paulo, tendo como objeto os sinais acentuados de degradação causados por infiltrações em lajes (foto abaixo), pilares, colunas e cortinas, identificou-se:

Em condomínio de padrão elevado, localizado no bairro do Itaim Bibi, na zona Sul de São Paulo, os coproprietários investiram no acabamento em epóxi dos três níveis de subsolo de garagem pouco tempo depois de receberem os imóveis.

Normas como a ABNT NBR 16.280 ou novos usos introduzidos pela tecnologia, como o Airbnb, o coworking e estações de recarga de veículos elétricos, sequer eram imaginados há cerca de 20 anos, quando os legisladores formularam o Novo Código Civil. O problema é que esta legislação deixa uma lacuna quanto à atualização das normas internas no condomínio.

O Corpo de Bombeiros de São Paulo emitiu no dia 20 de janeiro de 2020 o Parecer Técnico CCB-008/800/20, relativo à aplicação da Instrução Técnica 09/2019, a qual, por sua vez, determina diferentes parâmetros de compartimentações e acabamentos para evitar a propagação do fogo nas edificações.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), fundada em 1940, foi designada como Foro Nacional de Normalização, através da Resolução 07/92 (competência do CONMETRO dada pela Lei 5.966/73), e representa o Brasil junto a organismos internacionais de certificação, como a ISO.

A ABNT NBR 16.280 estabelece critérios para o gerenciamento das obras nas áreas comuns e unidades privativas, com o objetivo de evitar desmoronamentos de edificações, como os registrados em anos recentes no Brasil.

Especialista na área de seguros, Felipe Cavalcante tira dúvidas em entrevista à revista Direcional Condomínios.

As mulheres estão sempre presentes nas páginas da Direcional Condomínios e no conteúdo compartilhado pelo nosso site.

Existem hoje em São Paulo padrões bem distintos de remuneração do síndico, seja o orgânico (morador) ou o profissional.

Ser síndico não é para amadores. Seja o síndico local (morador ou orgânico), seja o externo (profissional), esse gestor carrega imensa responsabilidade sobre o patrimônio e a integridade física das pessoas no condomínio. E, ao assumir um prédio (novo ou consolidado), se depara com problemas ocultos, algo como uma verdadeira “caixa preta” de aviões.

Em função das chuvas ocorridas da noite de terça-feira (dia 25/02/2020) para a quarta-feira de cinzas (dia 26/02/2020), os moradores do Condomínio Stelarum Domus, em Jacareí, no Vale do Paraíba (SP), tiveram que deixar os imóveis.

As chuvas que atingiram São Paulo na noite do último domingo e madrugada da segunda-feira (dias 9 e 10/02/2020), inundaram vias, edificações, comunidades, igrejas, clubes, trilhos de trens, e provocaram deslizamentos, entre inúmeros outros transtornos. Condomínios foram inundados, em situações onde a água não apenas cobriu os subsolos de garagem, quanto atingiu áreas comuns, incluindo elevadores.

Data municipal vem na sequência do Dia do Zelador, comemorado anualmente em 11 de fevereiro, conforme a Lei Estadual Paulista 2.131/1979. A homenagem ao Dia 11/2 foi uma iniciativa da Assembleia Legislativa, sancionada pelo governador da época.

A presença dos geradores nos condomínios ganhou status de prioridade, em função de três principais benefícios, de acordo com síndicos e especialistas entrevistados: Por assegurar a acessibilidade, notadamente de pessoas com dificuldades de mobilidade e/ou residentes nos andares mais altos; pelo conforto de garantir energia também para as unidades privativas; e por evitar a interrupção do trabalho de quem atua em home office ou nos prédios comerciais.

Em matéria publicada no site da Direcional Condomínios, a engenheira civil Rejane Saute Berezovsky, diretora do Ibape-SP (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo), destaca a importância do laudo de inspeção predial para orientar a recuperação do sistema de impermeabilização.

Os sinais de infiltração e corrosão na laje, vigas e pilares de um condomínio da zona Norte de São Paulo estão tão acentuados, que a assembleia de condôminos aprovou no final do ano passado a contratação de um trabalho de inspeção predial para diagnosticar e dimensionar os problemas, antes de se contratar obras de recuperação do local.

O condomínio Edifício Tahiti se preparou ao longo do ano passado para enfrentar sem vazamentos e com segurança o atual período de chuvas em São Paulo.

O síndico José Antonio Marques também iniciou o ano aguardando da concessionária de energia a ligação definitiva nos dois novos centros de medição do Condomínio Viadutos, que recebeu uma modernização elétrica parcial em 2019. Aqui, a parte das prumadas ainda não foi contratada, ela virá na sequência, neste ano ainda, pois no Viadutos as estruturas e custos são bem mais robustos.

Por mais que uma edificação antiga esteja em dia com a manutenção de suas instalações, chega uma hora em que o sistema como um todo se mostra incompatível e subdimensionado mediante as normas técnicas atuais e o padrão de consumo dos moradores.

Novos empreendimentos próximos de aeroportos, centros médicos e áreas comerciais surgem “vocacionados” para locação de curta temporada

A discussão sobre a legalidade de locações de curta temporada em condomínios residenciais se encontra no STJ (Superior Tribunal de Justiça). O voto do relator do processo é favorável à locação por aplicativos como o Airbnb, mas a decisão ainda não foi tomada pela Corte.

Em comemoração ao Dia do Zelador, celebrado em 11/2, a Direcional Condomínios destaca profissionais que cresceram na função e exercem papel relevante em seus condomínios, homenagem que se estende a toda categoria.

O mercado para novos e “usados” – Dados divulgados no último dia 16 de janeiro pela Pesquisa do Mercado Imobiliário, do departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), indicam que o ano de 2019 pode chegar a um aumento médio de 50% na venda de imóveis novos na cidade de São Paulo.

Os meses de janeiro a novembro de 2019 tiveram o “melhor resultado em 15 anos” na venda de unidades novas e no lançamento de empreendimentos em São Paulo. É um mercado potencial para síndicos profissionais e para a massa condominial como um todo, que precisa se modernizar e acompanhar toda essa valorização imobiliária.

Advogadas Amanda Lobão e Suse Paula Duarte Cruz Kleiber realizam no período de 9 a 13 de março de 2020, em São Paulo, o Módulo III do curso Avançado de Administração Condominial, abordando temas como realização de assembleias de condôminos, locação de curta temporada via aplicativos, condômino antissocial, entre outros. As aulas serão ministradas ainda pelos advogados Renato Salles e Antonio Carlos Duarte Moreira, pelo juiz de Direito Ricardo Pereira Junior (palestrante e juiz corregedor dos CEJUSC´s), e pela desembargadora Vera Angrisani, da Cam. de Direito Público do TJ/SP, ex-integrante da 2a. Câmara Reservada ao Meio Ambiente e professora na Escola Paulista da Magistratura.

Com transmissão via internet, um deles trará a participação de quatro especialistas da área do Direito, de diferentes estados do Sudeste brasileiro, para falar sobre condômino antissocial, em evento gratuito. O outro trará um curso intensivo de Direito Condominial, a ser ministrado em quatro datas pelo advogado e consultor da área de condomínios, Cristiano De Souza Oliveira.    

O condomínio ID Jardins virou o ano com estruturas novas nas áreas da churrasqueira e espaço fitness, depois de promover a troca das coberturas desses ambientes. Localizado na Bela Vista, próximo à Avenida Paulista, em São Paulo, o ID Jardins já se encontra em sua “2ª geração” de coberturas. Com torre única e 78 apartamentos, o ID Jardins foi implantado em 2006 sem esses recursos, instalados posteriormente em policarbonato alveolar. Cerca de dez anos depois resolveu que era tempo de substituí-lo.

O mercado de equipamentos para produção da energia fotovoltaica (elétrica) nas edificações aguardava no final do ano passado por mudanças na Resolução Normativa 482/2012, da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), que mexeriam com as regras do setor. Segundo a norma, os domicílios que geram energia elétrica própria, e jogam o excedente na rede da concessionária pública, são compensados integralmente através de créditos em sua conta (pelo Sistema de Compensação de Energia Elétrica/SCEE).

A ideia é reforçar a estrutura das modalidades de maior demanda para o exercício físico dos moradores, melhorar o conforto e dar segurança aos usuários.

Garantir o equilíbrio entre receitas e despesas do condomínio representa uma das atribuições centrais do síndico. Mas é importante ainda fazer caixa para custeios extras e investimentos na manutenção preditiva, preventiva e nas modernizações. Tudo isso sem sobrecarregar a taxa de rateio.

Ao mesmo tempo em que a Constituição brasileira garante a livre expressão, de outro lado considera como direitos fundamentais das pessoas a inviolabilidade à sua intimidade, vida privada, honra e imagem. Essa é uma das bases legais que sustentam ações cíveis contra danos gerados por uma informação falsa ou ofensas veiculadas nas redes sociais.

O uso das redes sociais funciona como uma via em dois sentidos, pode fazer tanto o bem quanto o mau nos condomínios. Os aplicativos de mensagens têm sido os mais utilizados e, se de um lado agilizam a gestão na tomada de decisões, de outro servem para propagar ofensas contra o síndico e brigas entre os próprios vizinhos.

Saber dimensionar a equipe (própria e terceirizada) e definir a sua melhor escala de trabalho pode fazer grande diferença na hora de fechar as contas no final do mês, especialmente com a racionalização das horas extras pagas pelo condomínio.

O residencial possui dois prédios e foi entregue em 2017, dentro do Programa Minha Casa Minha Vida. O solo apresenta grande movimentação, com risco de colapsar as edificações.

A Prevente Engenharia irá realizar seu 2º Workshop do ano no próximo dia 25 de novembro de 2019, em São Paulo, Capital. O evento fará uma comemoração ao Dia do Síndico, data celebrada em 30/11, e acontecerá no Centro da cidade. Haverá ainda transmissão online de toda programação.

Evento ocorrerá no próximo dia 13/11/2019, a partir das 18h30. A realização está à cargo do Conselho Regional de Administração de São Paulo, com apoio de seus grupos de estudos temáticos, entre eles o GEAC (Grupo de Excelência em Administração de Condomínios).

Instrutor da Polícia Militar de São Paulo e de cursos para síndicos, zeladores, gerentes prediais e porteiros, o especialista Waldir de Oliveira Samora reforça a necessidade de os condomínios ficarem mais atentos a detalhes que podem favorecer as invasões.

Conforme dados oficiais do mês de junho passado, a cidade de São Paulo fechou o primeiro semestre de 2019 com 1.548 grupos de Vizinhança Solidária.

Especialistas em segurança de condomínios têm afirmado, com base nos registros da polícia, que furtos qualificados, mediante arrombamento, predominam nas ocorrências verificadas em São Paulo, Capital.

O granilite é um acabamento comum nas superfícies internas dos prédios construídos até por volta dos anos 80. É um cimentício composto de grânulos de minerais naturais.

Há cerca de um ano, o síndico Luiz Leitão da Cunha promovia o tratamento do piso em granilite da escadaria interna do Condomínio Fernão Dias, assim como dos halls dos pavimentos.

Não basta receber amplos espaços de academia das construtoras, equipados com duplicidade de aparelhos, é preciso saber montá-los.

O desabamento do Edifício Andrea, em Fortaleza (CE), na manhã do último dia 15 de outubro, reacendeu o tema das responsabilidades dos síndicos, agora com uma conotação trágica, pelas mortes (nove) e feridos (sete). A própria síndica, Maria das Graças Rodrigues, está entre as vítimas fatais.

Antecipação de riscos e ação preventiva são as estratégias adotadas pelos síndicos que se preocupam em transitar sem sustos com o instituto das suas responsabilidades legais: Civil, criminal e administrativa, com implicações ainda nas áreas fiscal, ambiental, trabalhista e previdenciária. Eles destacam também sua responsabilidade social com o patrimônio e a vida da coletividade, os quais dependem, em grande parte, destas posturas.

As chuvas do verão que se aproxima poderão colocar à prova o controle de pragas e a desobstrução de tubulações no prédio. Há condomínios que vêm optando por contratos integrados para evitar riscos, incluindo a desinfeção das caixas d’água e, em alguns casos, o “luxo” de estender serviços às unidades.

O Espaço Hakka, no bairro da Liberdade, em São Paulo (SP), sediou mais um Encontro em Homenagem aos Síndicos, promovido pela Direcional Condomínios.

O Encontro Comemorativo do Dia dos Síndicos, realizado pela Direcional Condomínios para celebrar a data de 30/11, foi antecipado para o dia 25 de setembro de 2019 em São Paulo, Capital.

O desabamento do Condomínio Edifício Andrea, em Fortaleza (CE), no último dia 15 de outubro de 2019, deixou nove mortes, entre elas a síndica Maria das Graças Rodrigues, e sete feridos.

Em entrevista à Direcional Condomínios, a síndica profissional Ângela Merici comenta se vale a pena assumir a sindicatura mediante as responsabilidades legais que recaem sobre a função. Ela é também síndica orgânica no residencial onde mora. Leia ainda o artigo “Responsabilidade civil e criminal do síndico: Quando ocorre?”, da síndica e advogada Irina Uzzun.

O Grupo ConViver, com apoio do vereador Gilberto Natalini (PV/SP), realizará no próximo dia 28 de novembro de 2019, em São Paulo (Capital), o 5º Encontro de Como Viver Bem em Condomínio, a partir das 19h30.

A sonorização do ambiente da academia do condomínio com a playlist do morador, conectada por meio de bluetooth, simboliza uma das facilidades de se viver em um prédio que já nasce com a tecnologia embarcada em suas estruturas, com aparatos de última geração, caso do Edifício Nomad, residencial localizado no bairro de Moema, em São Paulo.

No condomínio em que a bibliotecária Elani Tabosa do Nascimento reside no bairro da Penha, na zona Leste de São Paulo, há poucas crianças, apenas 28 apartamentos e nenhum espaço estruturado para as brincadeiras infanto-juvenis.

Os espaços de recreação infanto-juvenil no condomínio ganham sofisticação e importância entre as áreas comuns conforme novos empreendimentos são entregues pelas construtoras.

A segurança demanda investimentos contínuos na atualização tecnológica dos equipamentos e/ou na reorganização completa do sistema no condomínio.

O primeiro elevador modernizado do Condomínio Vivenda começou a operar no final de agosto passado, interrompendo um histórico de constantes paradas, pessoas presas na cabina e sustos para os moradores de suas 32 unidades.

O mercado das administradoras viveu forte mudança nos últimos anos, face aos investimentos inevitáveis em softwares de gestão (para a prestação de contas, pagamentos, recebimentos, eSocial etc.) e na integração com o operacional de cada condomínio (cadastros, locação de espaços, comunicados e “livros” de ocorrência, entre outros).

A situação é confortável para os moradores, mas liberar serviços particulares nas áreas privativas gera riscos e reclamações.

A conversa dos síndicos com os jovens necessita de um terceiro elemento, a família, pontua o psicólogo Daniel Stephan Wajss.

Síndicos e administradores apontam que houve uma mudança na relação dos jovens e adolescentes com o condomínio, especialmente na faixa etária de 16 a 24 anos, com baixa presença nas atividades das áreas comuns.

Adolescentes e jovens, especialmente acima de 16 anos, apresentam interesses que, em geral, confrontam o regulamento do condomínio. Resistem ainda a participar dos eventos coletivos. Mas é preciso insistir no diálogo e na busca de meios capazes de incluí-los na vida do prédio, recomendam gestores e especialistas.

Em entrevista à revista Direcional Condomínios, o engenheiro Antonio Luiz Caldeira fala sobre as principais causas de paradas de elevadores nos prédios e de soluções mais indicadas para alguns casos.

Em entrevista à revista Direcional Condomínios, o síndico orgânico Pedro Nagahama faz uma avaliação dos pouco mais de dois anos de implantação da portaria virtual (ou remota) em prédio residencial localizado na região do Tatuapé, na zona Leste de São Paulo.

Aconteceu na manhã desta quarta-feira (dia 25/09/2019), em São Paulo (Capital), um novo Encontro de Síndicos promovido pela revista Direcional Condomínios.

No dia 18/10/2019, o Eng. Civil Claudio Eduardo Alves da Silva irá ministrar um curso específico para zeladores de condomínios, no horário entre 8h e 17h, na Praça da Sé, no 184, Centro de São Paulo (Capital).

A Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo realizará, no próximo dia 4 de outubro, o II Congresso Estadual de Direito Condominial, entre 8h e 19h. O evento acontecerá na sede institucional da OAB-SP, na Capital Paulista.

O advogado Rodrigo Karpat realiza entre os dias 30 de setembro e 28 de outubro em São Paulo, Capital, o 5º Curso Intensivo de Direito Condominial.

A Secretaria Estadual de Saúde informa que o número de casos de sarampo no Estado chegou a 3.591 na quarta-feira, dia 11/09/2019. A doença é altamente contagiosa e pode matar.

A síndica e designer de interiores Mari Ester Golin está implantando um novo playground em seu condomínio e, paralelamente, para outros edifícios, vem desenvolvendo projetos de brinquedoteca, como o apresentado para um condomínio em Perdizes, na Zona Oeste de São Paulo, baseado na escola montessoriana. É um método educacional que valoriza a autonomia de movimento da criança em seu desenvolvimento motor, social e psicológico.

Nesta revista de setembro, em que o foco das principais matérias recai sobre a tendência de se ampliar os serviços ofertados aos condôminos, não poderia ser esquecida a parte relativa à recreação das crianças até doze anos de idade.

Com mais de 20 anos de trabalho no segmento, José Elias de Godoy, Tenente-Coronel da Reserva da PM de São Paulo, afirma que pelo menos dois condomínios têm sido invadidos a cada semana em São Paulo (Capital) por jovens e adolescentes.

Investimentos na integração tecnológica ocorrem em condomínios com presença física do porteiro, que são ainda maioria, e na automatização. Condomínio de 185 unidades acaba de quebrar paradigma e implantar portaria virtual.

A síndica Ângela Merici acaba de ver concluídos todos os trabalhos relativos à modernização dos quatro elevadores das duas torres que compõem o Condomínio Maresias, localizado em Perdizes, zona Oeste de São Paulo. A etapa final ficou por conta da reforma estética das portas externas de todos os pavimentos, de forma a haver uma padronização com as cabinas, que foram remodeladas.

Pela segunda vez os quatro elevadores do Condomínio Conjunto Brasil Pitoresco, na região do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, estão passando por obras de modernização.

Síndico e especialista há mais de 25 anos na área condominial, o advogado Cristiano De Souza Oliveira diz que a diferença entre pichação e grafitagem no âmbito do Direito depende muito da “interpretação da legislação”. Mas, em sua visão, pode ser entendida desta forma:

Síndicos relatam medidas adotadas depois que prédios foram alvo de pichadores.

A arquiteta Geórgia E. Z. Gadea, que tem incluído a luminotécnica em seus projetos de muro de vidro e modernização de portarias, afirma que existem dois principais tipos de iluminação nas edificações, a estética (decorativa) e a funcional.

A mudança de estação neste mês de setembro vem acompanhada do desabrochar de flores e cores nos condomínios, cenário que pode ganhar o reforço da luminotécnica. Um projeto bem pensado e cuidado é capaz de garantir esse brilho ao longo de todo ano.

Alguns novos condomínios estão nascendo com vaga específica para recarga de veículos elétricos.

A síndica profissional Jailma A. Brito, que administra o complexo Bonnaire, como a torre business e o Residencial Verde Morumbi, na zona Sul de São Paulo (Capital), destaca nesta entrevista à Direcional Condomínios os cuidados que devem ser tomados na gestão dos serviços aos moradores.

O síndico profissional Alessandro Paris separa em duas as novas modalidades de serviços disponíveis aos condôminos: Aqueles baseados no modelo de negócios pay per use, em que o morador paga pelo que consome (como a hora de utilização do carro ou da bike compartilhada); e aqueles em que o morador adquire produtos ou serviços diretamente do fornecedor (na feira livre interna, no salão de beleza etc.). No primeiro caso, Alessandro tem observado maior dificuldade de o serviço proporcionar um retorno financeiro que viabilize a continuidade do negócio pelo terceiro.

Padaria e pet care móveis, minimercados, lavagem de carros, espaço beleza, armário para encomendas, lavanderia, feiras livres, food trucks, assessoria esportiva e facilidades no pay per use: Os serviços chegam para dar mais comodidade à vida do morador no condomínio, porém, nem sempre o que dá certo em um lugar será sucesso no outro.

Em decisão tomada em agosto passado, 3ª turma do STJ acatou voto de relatora e derrubou negativa anterior da Justiça do RS.

A 26ª Higiexpo, maior feira da América Latina do segmento de limpeza profissional, realizada em São Paulo (Capital) entre os dias 21 e 22 de agosto, recebeu também o Fórum de Inovação Condominial, que debateu inovação, networking, mercado, transparência e ética neste segmento.

Entre os dias 30 de setembro e 3 de outubro de 2019, especialistas reunirão síndicos, administradores e gerentes de condomínio para aprofundamento dos assuntos que envolvem a sua administração. As aulas acontecerão entre 9h e 12h.

O advogado e consultor Cristiano De Souza Oliveira, colunista da Direcional Condomínios, é um dos organizadores e docentes do workshop “Assembleia Condominial”, que acontecerá em São Paulo (Capital), entre os dias 17 e 28 de setembro de 2019.

O consultor da área de riscos em condomínios, Carlos Alberto dos Santos, tem ministrado treinamentos para síndicos, gerentes prediais, zeladores, funcionários da manutenção e demais profissionais envolvidos com a gestão operacional dos condomínios.

Para o consultor de condomínios e gestor da área de riscos, Carlos Alberto dos Santos, apresentar um AVCB em dia não é suficiente para garantir a segurança do prédio.

Mediante a nova lei estadual que possibilita ao Corpo de Bombeiros a fiscalização dos condomínios no Estado de São Paulo, exigindo o atendimento à legislação de prevenção e combate a incêndio, o engenheiro Sérgio Meira de Castro destaca a importância de haver parcerias idôneas entre síndicos, administradoras e empresas do setor para a execução dos serviços necessários.

Mesmo que alguns condomínios não tenham conseguido ainda tirar ou atualizar o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), de renovação obrigatória a cada cinco anos para os prédios residenciais no Estado de São Paulo, os síndicos têm se desdobrado para contratar serviços e obras em atendimento às exigências e deixar o sistema operante.

Durante dez anos, entre 2004 e 2014, o Condomínio Dr. Rubens V. Brito e D. Elza S. Brito, localizado em Perdizes, zona Oeste de São Paulo, deu prioridade a uma taxa de rateio baixa, em prejuízo da manutenção e benfeitorias.

O síndico orgânico Pedro Nagahama é profissional da área de Tecnologia da Informação (TI), por isso não teve dificuldade de entender nem de contratar um “técnico virtual” junto do pacote de manutenção dos elevadores do residencial onde mora, o Condomínio Villandre, localizado na região do Tatuapé, zona Leste de São Paulo.

Há cerca de um ano, a Direcional Condomínios foi conhecer a casa de máquinas do Condomínio Calixto Esperidião, no centro de São Paulo, que havia passado por um incêndio no painel de comandos de seu único elevador, causado por uma forte oscilação da rede elétrica na região.

As duas torres do Condomínio Maresias, localizado em Perdizes, zona Oeste de São Paulo, acabam de receber a modernização total dos elevadores, que envolveu desde a troca do quadro de comando (hoje computadorizado, com inversor de frequência) à reforma completa das cabinas, eliminando-se a diferenciação entre uso “social” e de “serviços”.

Negociação, mediação, cláusulas contratuais específicas (como a avaliação neutra), adjudicação, arbitragem ou o Poder Judiciário são recursos ao alcance do síndico para gerir conflitos de natureza diversa no condomínio, afirma o advogado Cristiano De Souza Oliveira, que atua ainda como mediador judicial e privado.

Notificação, escuta das posições envolvidas, mediação, aplicação de multas, ações judiciais etc.: Inúmeros são os recursos de gestão dos conflitos no condomínio, mas cada medida deverá ser utilizada pelo síndico de acordo com a natureza do caso.

A vida contemporânea é marcada por pessoas cada vez menos tolerantes à frustração, mais focadas em direitos que deveres e mais resistentes “a qualquer esforço de relação que não seja seu bel prazer”, analisa a educadora e psicopedagoga Adriana Fóz, especialista em neuropsicologia e pesquisadora do Laboratório de Neurociência Clínica (LINC) da Unifesp.

Fumaça de cigarro, de churrasqueiras etc. pode gerar transtornos aos vizinhos, no entanto, o que mais provoca conflitos em condomínio ainda é o barulho e o mau uso da vaga de garagem.

Em 23 de dezembro do ano passado os moradores do Condomínio Helbor Spazio Club, na Vila Mariana, foram surpreendidos durante a reinauguração do hall social do prédio, de onze anos de implantação.

Em geral, as obras acontecem em etapas, mas com paciência e esforço para arcar com os custos, o condomínio renasce enquanto conceito estético e de uso das áreas comuns. Estas foram transformadas em um valorizado ambiente de socialização dos moradores.

Logo que começou a trabalhar como síndica profissional do Condomínio Ignácio Tavares Leite, em Higienópolis, São Paulo, a advogada Mila Fernandes Rocha colocou como uma de suas prioridades regularizar a situação do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros.

Desde abril passado o Corpo de Bombeiros de São Paulo tem a permissão de fiscalizar e multar as edificações em todo Estado que não estiverem em dia com o Auto de Vistoria emitido pela corporação (AVCB).

O sistema hidráulico nas edificações envolve diferentes tipos de instalações e materiais e está relacionado ao barrilete, prumadas, projeto de distribuição da água, reservatórios, bombas, rede pluvial e de esgoto, aquecimento e individualização do consumo.

Quem trafega pela área central de São Paulo, o Elevado Presidente João Goulart (“Minhocão”) e a região da Av. Paulista tem se familiarizado com a presença de manifestações artísticas, conhecidas como muralismo, sobre as empenas cegas dos edifícios.

A movimentação de obra no Condomínio Edifício Cervantes, no bairro da Consolação, área central de São Paulo, ainda não era muito visível no começo do mês passado, pois as equipes estavam trabalhando as superfícies dos três fossos de ventilação, internos ao prédio. Com torre única e 198 unidades, a maioria de um dormitório, o Cervantes foi construído em princípios dos anos 70 e corre agora em busca da modernização, começando pelo retrofit da fachada, a ser executado ao longo de todo este semestre.

Ao assumir a gestão do Condomínio Conjunto Residencial Buena Vista, entre o final de 2015 e começo de 2016, a síndica Lanuce Marta sabia que teria que incluir a fachada como uma das prioridades de seu mandato.

O Governo Federal acaba de prorrogar as novas etapas do eSocial, no entanto, o ideal é aproveitar o adiamento para corrigir as falhas que persistem e se preparar para o momento em que guias somente poderão ser pagas quando tudo estiver no sistema.

A imagem da auditoria no senso comum aparece ainda muito colada à “caça a fraudes”. Mas nas empresas e em alguns condomínios ela se tornou uma prática estratégica, pois ajuda a identificar falhas e a melhorar processos contábeis e contratos.

O consultor Carlos Alberto dos Santos, que faz a gestão de riscos em condomínios e acompanha a contratação e execução de contratos, sugere aos síndicos definir suas escolhas inicialmente “pela melhor proposta” e, se possível, depois, “pelo melhor valor”. “Ou seja, o que vale é a melhor condição para o condomínio.

O síndico profissional Luiz Leitão da Cunha, que desde 2016 realiza a modernização das instalações do Condomínio Edifício Fernão Dias, costuma lançar em planilhas cada momento de uma obra, contendo o tipo de material a ser empregado, a escala de valor e/ou tamanho de área.

Quando o síndico orça uma obra, ele costuma esbarrar em diferenças que chegam a até dez vezes entre o menor e o maior valor, além de escopos de serviços confusos ou incompletos, brechas para aditamentos, custos inconsistentes de mão de obra e materiais etc. Mas os gestores começam a mudar esse cenário e a organizar as licitações.

A revista Direcional Condomínios está com inscrições abertas para o seu novo Encontro de Síndicos de 2019, que acontecerá no próximo dia 25 de setembro, entre 8h e 13h, no Espaço Hakka, no bairro da Liberdade, em São Paulo (Capital). A jornalista Taiga Corrêa Gomes substituirá o marido Marcio Gomes, escalado no dia e horário do evento para apresentar telejornal na TV Globo.

O engenheiro civil Marcus Vinicius Fernandes Grossi e a arquiteta Fernanda Craveiro Cunha, ambos professores e com mestrado em suas respectivas áreas, irão ministrar curso presencial em São Paulo (Capital) e online, pela internet.

O aplicativo da Direcional Condomínios já está disponível para celulares com sistema Android e poderá ser baixado através de lojas virtuais como a Play Store.

Voltado para síndicos, entre outros, o workshop ocorrerá no próximo dia 25/06, na Praça da Sé, centro da Capital Paulista. As vagas são limitadas.

Uma cena inevitável em edificações construídas até há cerca de 20 anos é observar, em algum momento, o síndico ou zelador autorizando a quebra de paredes de halls ou partes de forro sob laje para tentar descobrir a origem de um vazamento, recorrendo ao expediente moroso e caro da chamada “tentativa e erro”.

Um hiato de dez anos marca a última intervenção na fachada do condomínio que a síndica orgânica Simone Alonso Kishiue administra desde junho de 2017.

Vícios construtivos podem acelerar ou acentuar a perda da integridade do sistema da fachada. Mas não só, por mais bem construída que seja, a fachada irá, em algum momento, apresentar diferentes manifestações patológicas devido a um desgaste natural.

Na edição de julho do ano passado a revista Direcional Condomínios registrou a iniciativa do síndico Cristiano Mendes e do corpo diretivo do residencial Jardins de Higienópolis em contratar um sistema inédito de recuperação da textura da fachada.

A síndica Maria Lúcia Carvalho enfrentou inúmeros desafios para conduzir a obra de recuperação da fachada do Condomínio Edifício Hortênsia, na Vila Mariana, em São Paulo.

Desde que teve concluído o retrofit da fachada, com a mudança das cores do revestimento em textura, o Condomínio Siena Tower zerou as unidades em comercialização no local.

Profissionais destacam responsabilidade e “paciência”.

O síndico profissional e químico Leandro Cruz alerta seus colegas gestores que, num contexto da terceirização dos serviços de limpeza, é fundamental zelar pelos procedimentos corretos de trabalho e pelo uso de produtos que evitem riscos aos funcionários e demais pessoas.

Os síndicos profissionais Roseane de Barros Fernandes e Carlos Azevedo Fernandes administram doze condomínios e prestam consultoria a um 13º.

O arquiteto Marcus Vinícius Abrantes afirma que as edificações cujos projetos foram apresentados e aprovados posteriormente ao Decreto Municipal de 2004 em São Paulo, bem como à legislação federal (confira abaixo), contemplam preocupação maior com a acessibilidade.

A acessibilidade deve vencer barreiras não somente em relação à arquitetura das edificações, mas também quebrar a resistência de moradores e até gestores em investir nas adequações. Obras de modernização do prédio representam uma ótima oportunidade para tornar os ambientes acessíveis.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou no último mês de abril a nova versão da NBR 15.527/2019, que trata do “aproveitamento de água de chuva de coberturas para fins não potáveis, como rega do jardim e lavagem das áreas comuns”.

Quando, em 2014, os condôminos das 58 unidades do Condomínio You Jardim Saúde Mirante começaram a tomar posse de seus imóveis, tinham uma expectativa de valor de rateio bem abaixo da realidade orçamentária do prédio.

Entre as suas principais atribuições, o síndico deve zelar pelo meio ambiente. Nesta edição comemorativa do dia 5 de junho, a Direcional registra iniciativas de economia de energia e água, além de um trabalho de reciclagem de bicicletas.

Diante da expansão dos empreendimentos individuais de comércio e serviço e do home office, o síndico deve buscar na assembleia respaldo para regulamentar o que pode ou não ser feito dentro das unidades e nas áreas comuns. Mas trabalhar dentro do apartamento não pode ser proibido, desde que o morador respeite as regras de convivência.

Programa é da Secretaria Municipal de Cultura e ocorrerá nos dias 17 e 18 de agosto de 2019.

A Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), criada pela Portaria 397/2002, do Ministério do Trabalho, é o parâmetro ideal para o síndico definir funções e tarefas da equipe de apoio no condomínio, seja própria ou terceirizada.

A contratação de serviços especializados, através da terceirização total ou parcial, tornou-se irreversível nos condomínios, especialmente depois das mudanças no campo do trabalho ocorridas em 2017.

Cerca de 80% das edificações em São Paulo, notadamente as residenciais, dispõem de um sistema de abastecimento de água potável baseado em bombas de recalque sob comando elétrico, responsáveis por manter os níveis adequados nos reservatórios superiores. E, de acordo com a altura do prédio, o sistema precisa ainda do suporte de bombas de pressurização para garantir água nas torneiras das unidades superiores; e de válvulas redutoras de pressão para os andares inferiores.

Prédios revestidos com argamassas decorativas (monocapa), já caracterizando o acabamento da fachada, estão presentes em bom número hoje na paisagem urbana. Porém, para que mantenham um bom resultado estético ao longo do tempo, esses revestimentos precisam ser bem trabalhados tanto durante a fase da obra quanto na manutenção posterior, afirma o engenheiro Jorge Aranda González, das áreas Civil Industrial e de Segurança do Trabalho.

A seguir, um empresário que atua há pelo menos 20 anos no setor pintura de fachadas responde a algumas dúvidas levantadas pela Direcional Condomínios em relação aos procedimentos que poderão assegurar a qualidade do serviço. Confira!

O Condomínio Edifício Fernão Dias se prepara para duas obras que irão mudar seu conceito no entorno: O retrofit da frente do prédio, com substituição do gradil por muro de vidro, além do reposicionamento da eclusa e guarita; e a pintura da fachada.

A estudante de engenharia civil Larissa Spezani Resende, de 20 anos, foi atingida por placas de mármore que descolaram de varanda de um prédio residencial no Leblon, zona Sul do Rio de Janeiro, no dia 6 de março (quarta-feira de cinzas).

O engenheiro civil Marcus Vinícius Fernandes Grossi aponta, em artigo publicado no site da Direcional Condomínios, que a “manutenibilidade” das edificações é um conceito previsto em norma técnica (a ABNT NBR 15.575-1/2013) e diz muito sobre as facilidades e/ou dificuldades que o síndico encontra para assegurar os serviços e obras necessárias ao condomínio. A “manutenibilidade” tem a ver com:

Já é bem trabalhoso ao síndico garantir serviços e obras de manutenção no condomínio, tarefa que fica ainda mais complicada com a ausência de projetos, plantas e demais documentos.

A “evolução tecnológica” e a “mudança de hábitos dos moradores” abriram espaço para o crescimento das empresas de portaria virtual ou à distância (PAD), afirma o advogado e administrador de condomínios Marcio Bagnato.

Junto com Conseg Portal do Morumbi, eles estão promovendo a integração de suas imagens ao City Câmeras e à polícia. Estão instalando ainda totens com câmeras nos principais acessos.

A portaria virtual e demais modelos de controle de acesso passam por constante inovação. É a inteligência tecnológica à serviço da segurança, através da integração entre equipamentos, internet, softwares, imagens e dados do fluxo de pedestres e veículos.

O risco de incêndio pela sobrecarga da rede elétrica tem levado condomínios a contratarem estudos de carga instalada versus demanda para avaliar o uso do ar condicionado nas unidades. Demais equipamentos de consumo elevado devem ser contemplados, como os aquecedores.

Entre os dias 21 a 23 de maio, na São Paulo Expo, 800 expositores irão apresentar soluções de proteção patrimonial, incluindo sistemas para edificações. São esperados 45 mil visitantes.

Um grupo de advogados especialistas em questões condominiais irá promover na primeira semana do próximo mês de junho, entre os dias 3 e 6, em São Paulo, Capital, o Curso Avançado de Administração Condominial.

Com nova norma, entenda as diferenças entre Inspeção Predial Geral, Inspeção Predial Especializada e Perícia. A primeira esquadrinha a "saúde da edificação", observando, inclusive, os impactos de problemas no uso e na má operação dos sistemas prediais.

Dentre os revestimentos mais comuns das quadras em condomínios, como o piso asfáltico (sem juntas de dilatação) ou de concreto, as placas modulares de polipropileno [plástico duro] começam a ganhar espaço.

Instalações precárias, malconservadas, com riscos de curto-circuito, ou mesmo a sobrecarga na rede elétrica pelo uso incompatível dos equipamentos eletroeletrônicos, estão na origem de boa parte dos incêndios em edifícios no País, ocorrências cada vez mais comuns.

Dados da Abracopel apontam que 536 incêndios ocorreram em edificações brasileiras no ano passado, 80% deles dentro dos imóveis (com 59 mortes).

A manifestação de umidade ou vazamentos em lajes, vigas, colunas e paredes (cortinas) de garagens demanda estudo técnico prévio, para diagnóstico das causas, antes da contratação de uma obra.

A síndica Cristiane Bittencourt, do Condomínio Ilha Guadeloupe, na zona Oeste de São Paulo, precisou fechar preventivamente o acesso à piscina às vésperas do último verão. Azulejos começaram a se soltar em boa parte da extensão das paredes do tanque, gerando riscos de cortes nos usuários.

As imagens destacam a área trabalhada com manta asfáltica e acabamento em ladrilho hidráulico no condomínio da zona Oeste de São Paulo. A obra se encontra paralisada há cerca de dois anos; problemas de infiltrações na garagem continuam.

Boa parte dos condomínios tem recorrido à contratação de profissionais de engenharia para acompanhar a recuperação dos sistemas de impermeabilização do prédio, incluindo a realização de inspeção das áreas afetadas para um diagnóstico mais preciso dos problemas; o levantamento do escopo dos serviços necessários e das soluções mais indicadas conforme sua disponibilidade orçamentária; e a contratação e monitoramento da execução dos trabalhos.

A norma da ABNT de inspeção predial poderá ser lançada em breve no Brasil, depois de longo processo de discussão e consultas públicas. A inspeção é um tipo de vistoria e representa um dos inúmeros recursos técnicos que a engenharia oferece para que se possa avaliar a qualidade da manutenção e a segurança das estruturas.

Polêmica em seu lançamento, a ABNT NBR 16.280 está se consolidando, afirmam especialistas. A norma estabelece diretrizes para reformas nas áreas comuns e unidades, visando à segurança das edificações. Mas ainda há pontos

Celebrando os 22 anos da revista Direcional Condomínios e o Dia Internacional da Mulher

Gestores pedem mudança em decreto da Prefeitura que dificulta uso da TPC. Leia mais sobre esse instrumento em “Restauro de prédios tombados: como obter recursos através da Transferência do Potencial Construtivo”?

O síndico William Ali Chaim, gestor e morador de um condomínio no Jabaquara, zona Sul de São Paulo (SP), divulgou um comunicado aos moradores (imagem abaixo) com orientações sobre o que fazer em casos de violência contra a mulher e as crianças.

Aconteceu na quinta-feira, dia 14/03, em São Paulo, encontro com síndicos e síndicas promovido pela revista Direcional Condomínios. O objetivo é realizar uma dupla celebração: pelos 22 anos completados pela publicação em 2019 e pelo Dia Internacional da Mulher, comemorado no último 08/03. O tema geral do evento foi o "Impacto da Tecnologia na Gestão dos Condomínios".

A garagem tem sido a principal porta de entrada de muitos moradores em suas casas nos condomínios verticais.

O retrofit elétrico do Condomínio Grenoble, prédio construído em princípios dos anos 70 na região dos Jardins, em São Paulo, já estava no planejamento do síndico Luiz Roberto de Araújo, que nos últimos sete anos tem realizado inúmeras melhorias na edificação (como a modernização completa dos dois elevadores sociais, além da academia e brinquedoteca, entre outros).

O engenheiro eletricista Edson Martinho tem se dedicado, nos últimos anos, a realizar no País campanhas em favor da segurança das instalações elétricas e de prevenção de acidentes.

A modernização do Condomínio Edifício Iraúna, residencial entregue no final dos anos 60 em Higienópolis, São Paulo, deverá chegar neste ano ao conjunto das instalações elétricas do prédio.

Os sistemas de impermeabilização nas estruturas e instalações prediais têm o objetivo de assegurar a sua estanqueidade contra a ação da água, da umidade e do vapor. E cada setor da edificação possui características construtivas próprias, que demandam técnicas e soluções distintas.

Quando o síndico começa a ver manchas d’água nas lajes, pilares, vigas e paredes/cortinas das garagens, de imediato ele pensa no impacto que isso poderá ter sobre o orçamento do prédio, já que esses sinais remetem a intervenções que costumam ser complexas.

Em entrevista à revista Direcional Condomínios, o advogado e consultor Cristiano De Souza Oliveira repassa os pontos mais críticos na transição do mandato de síndico. Cristiano preside a Comissão de Direito Condominial da 38ª Subseção da OAB-SP e participa do Grupo de Excelência de Administração Condominial (GEAC do CRA-SP).

O síndico Bruno Ricardo da Silva é um exemplo de como paciência, abertura e firmeza ajudam a desmobilizar potenciais fontes de conflito no condomínio.

É possível conquistar a pacificação do condomínio por mais turbulentos que sejam os relacionamentos interpessoais, afirmam síndicos e especialistas entrevistados para esta reportagem.

Aplicar multa a um condômino é o pior cenário possível para um gestor, pelo potencial conflitivo que isto pode alimentar no ambiente coletivo. Porém, não se pode abrir mão do recurso quando estão em jogo os interesses dos demais moradores.

Encontro está sendo oferecido pela ABES-SP (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental) e acontecerá no dia 4/04/2019, durante todo o dia.

"O Síndico deve ter facilidade em dialogar, conquistar o respeito e estabelecer parcerias não só com o conselho, mas com todos os moradores. (...) Obviamente, quando o condômino não cooperar, há de ser tomada uma atitude mais enérgica, por isso, é fundamental haver registro, principalmente em caso de infração."

Moradores do Condomínio Liberte Morumbi, na zona Sul da Capital Paulista (SP), realizaram na manhã deste domingo (23/02/2019) ato ecumênico em frente às suas duas torres. O empreendimento de 106 apartamentos foi desocupado na última terça-feira, dia 19/02, à tarde, depois que a Defesa Civil e os Bombeiros identificaram risco de colapso em função de rachaduras. Não puderem sequer pegar documentos, material de escola dos filhos, roupas etc. Apenas animais de estimação foram resgatados.

Construído em princípios dos anos 70 na Zona Oeste de São Paulo, o condomínio em que vive o síndico João Bosco dos Santos foi entregue com algumas novidades para a época, como o número de pavimentos (25 andares, então incomum) e a instalação de um gerador para abastecer a rede elétrica das áreas comuns em caso de queda de energia.

A necessidade de regularizar o uso de ar condicionado pelos moradores do Condomínio Edifício Cardeal, localizado no Itaim Bibi, zona Sul de São Paulo, ajudou a síndica Luciana de Souza Campos a convencê-los a aprovar o retrofit elétrico da edificação, executado em 2018.

O verao superaquecido vivido neste começo do ano em São Paulo (SP), outrora conhecida como “terra da garoa”, colocou na pauta de preocupações dos síndicos o gap que boa parte das edificações residenciais apresenta para atender à demanda pelo uso de ar condicionado nos apartamentos: Suas instalações não estão dimensionadas para comportar essa necessidade de carga.

Duas principais soluções são apresentadas aos síndicos quando eles precisam resolver problemas recorrentes de infiltração nos subsolos dos edifícios, especialmente os vazamentos que se manifestam nas lajes, vigas e pilares.

A síndica profissional e psicóloga Jailma A. Brito destaca que é “de extrema importância estabelecer uma parceria com o zelador”, principalmente pelas responsabilidades que os síndicos assumem em nome do condomínio. Entretanto, é papel deste gestor “provocar a proatividade no zelador, fazer com que ele apresente demandas”. "É um mau sinal o zelador que não traga demandas", aponta.

Um dos protagonistas das grandes mudanças observadas no perfil dos condomínios, os zeladores se reinventam na função. A Direcional destaca nesta reportagem dois profissionais considerados proativos pelas respectivas síndicas, prestando a eles e a toda categoria uma homenagem pelo seu dia, comemorado em 11 de fevereiro.

Apesar da crise econômica vivida pelo País nos anos recentes, há síndicos e administradoras que têm passado ao largo do controle pari passu da inadimplência, analisa a advogada Suse Paula Duarte Cruz Kleiber.

O condomínio é como uma empresa, precisa planejar de acordo com as necessidades das áreas comuns e de manutenção, que mudam conforme a idade do prédio. Por isso, “é um erro” fazer uma previsão orçamentária baseada apenas na do exercício anterior, acrescida da inflação, analisa a síndica profissional Kelly Remonti, administradora de empresas especializada em finanças e controladoria.

Com controle dos custos, fim aos desperdícios, revisão de contratos e gestão da inadimplência, síndicos podem fazer o dinheiro “render mais” em benefício da valorização do prédio e de um rateio mais justo aos condôminos.

Obrigações legais com prazos (como a recarga anual dos extintores de incêndio); necessidade de zelar pela manutenção para efeitos de garantia do prédio junto à construtora (conforme manual e normas técnicas); desgastes decorrentes do uso e/ou do ciclo de vida útil das instalações; comprometimento com a segurança, bemestar e patrimônio dos condôminos: Essas são as principais razões pelas quais o síndico deve trabalhar com um planejamento anual de manutenção, afirma Carlos Alberto dos Santos, consultor e gestor de riscos operacionais em condomínios.

Entrevista com o síndico profissional Nilton Savieto

Neste ano, o evento irá celebrar os 22 anos da revista, abordando o “Impacto da Tecnologia na Gestão dos Condomínios”. Serão apresentados temas como autoatendimento ao condômino, eSocial, contratos digitais, aplicativos de locação temporária, o uso das redes sociais, proteção de dados e imagens do condomínio na internet e tecnologia para redução do consumo d’água. Inscreva-se e garanta sua participação. As vagas são limitadas.

A tecnologia e o avanço dos materiais têm dado aos condomínios a possibilidade de inovarem na hora de contratar coberturas para suas áreas comuns.

Projetos residenciais novos, verticalizados, lançados nos anos recentes em São Paulo para um público mais jovem e de renda alta, estão nascendo já com a previsão de salas para a prática de pilates, independentes dos espaços fitness.

Síndica, enfermeira-chefe do centro cirúrgico de um grande hospital de São Paulo, Christiane Riginik Castanheira também é profissional da área de Educação Física e, por isso, não poderia deixar de implantar o espaço fitness no Condomínio Edifício Villa Nueva, onde mora e que administra há cerca de três anos.

Um dos carros-chefes do segmento de tratamento de pisos é a recuperação de halls e escadarias de granilite das edificações, acompanhado de pedras naturais (como miracema), mármore e granito (polidos ou brutos).

O cronograma de implantação do eSocial para pequenos empregadores, entre eles os condomínios, prevê a inserção de dados de Saúde, Segurança do Trabalho e Riscos Ergonômicos (SST) até o dia 1º de janeiro de 2020.

Fontes: João Carlos Tobias, Tatiane Rangel e Marcimilia Santana dos Santos

Ao ignorar normas de segurança e saúde no trabalho, o condomínio se torna vulnerável a acidentes e prejuízos. O gestor deve contratar um mapeamento das situações de risco antes de adotar medidas de prevenção.

O apelo a hábitos mais sustentáveis por parte da população retorna ao noticiário; o volume de água do Sistema Cantareira voltou a baixar a níveis próximos da crise de 2014-2015.

A síndica Maria da Conceição Campello de Souza Galli contratou um Manual de Medição Individualizada, contendo diagnóstico e estudos de viabilidade para o Condomínio Edifício Mont Blanc, um prédio de 32 unidades e 22 anos localizado na Vista Monte Alegre, zona Sul de São Paulo.

Nos últimos meses de 2018, o Cantareira, um dos principais reservatórios de água de São Paulo, voltou a entrar em alerta. Para ajudar a prevenir uma crise hídrica como a de 2014 e 2015, é preciso soar o alarme da economia junto aos condôminos. Além do risco de torneiras secas, o consumo alto dificulta o fechamento mensal das contas.

Latidos intermitentes, sujeira e reclamações de vizinhos compõem o cardápio usual de problemas que os síndicos devem resolver dentro do quesito “animais”.

Síndicos introduzem espaços de apoio aos animais de estimação dos condôminos, mas destacam a importância do atendimento às normas no uso desses ambientes, de forma a evitar conflitos com os demais moradores.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou, em 19 de setembro de 2018, a NBR 10.339/2018, trazendo requisitos de segurança na operação, uso e manutenção das piscinas. Ela unifica em uma só as normas anteriores do setor.

O assunto piscina exige uma multiplicidade de tarefas no condomínio, como manutenção de bomba e filtros, tratamento da água e cuidados com acessórios.

O síndico profissional Luiz Leitão da Cunha tem cuidado da modernização do Condomínio Fernão Dias, prédio construído também em princípios dos anos 70 com 67 unidades na região da Av. Paulista, em São Paulo.

O Edifício Grenoble, bem conservado, foi entregue em 1974 no Jardim Paulista, região valorizada da Capital Paulista. E, sem querer estacionar no passado e visando acompanhar o desenvolvimento do entorno, seus condôminos têm investido em inúmeros projetos de modernização das instalações.

Independente do modelo de portaria e controle de acesso dos prédios, é inevitável que eles promovam a atualização tecnológica, bem como a manutenção de seus equipamentos.

A área da segurança patrimonial das edificações demanda investimentos sem trégua por parte de síndicos e condôminos.

Condomínios registram maior participação de seus proprietários na gestão da arrecadação, das obras e dos espaços comuns, através do conselho ou de comissões temáticas. “É mais trabalhoso, mas inevitável”, diz presidente da Aabic.

O 3º Encontro dos Síndicos da Direcional Condomínios, realizado no dia 6 de outubro de 2018 no Espaço Hakka (Rua São Joaquim, 460 – Liberdade – SP/SP), iniciou às 8h30 com uma recepção com café, teve intervalo com coffee-break e sorteio de prêmios. Foi encerrado às 13h30 com a entrega de uma lembrancinha da revista a todos os presentes.

A Direcional Condomínios reuniu especialistas, síndicos e gestores prediais no último dia 6 de outubro, em São Paulo, Capital, com o objetivo de falar das implicações envolvidas na manutenção e segurança das edificações.

Uma das funções do síndico é fazer “o gerenciamento dos conflitos”, afirma o advogado Cristiano De Souza Oliveira, que atua como conciliador e mediador privado, faz mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação e é membro do Conselho de Estudos de Resolução de Conflitos Empresariais e do Conselho do Setor de Serviços, da Associação Comercial de São Paulo (Distrital Centro).

Os síndicos dispõem de recursos variados para a gestão de conflitos no condomínio, entre eles a mediação. Mas podem trabalhar preventivamente, revendo posturas pessoais e buscando o apoio do conselho para se posicionar mediante controvérsias ou casos deliberados de oposição ao seu mandato.

Nesta segunda-feira, dia 29/10/2018, a Direcional Condomínios voltou a reunir os dirigentes e as equipes das empresas anunciantes da revista para nova rodada do Treinamento em Vendas e Fechamento de Negócios. O encontro aconteceu no auditório da Abralimp, no bairro de Santa Cecília, em São Paulo (Capital).

A recomendação presente nas normas técnicas para que os espaços de recreação das crianças sejam adequados às respectivas faixas etárias ganhou um sentido “radical” no Condomínio Portal Domínio Marajoara, na zona Sul de São Paulo.

A denominação ‘‘4.0’’ se refere à quarta revolução industrial, que alia tecnologia de automação e de informação (troca de dados), tendo com suporte a internet de banda larga. É a era da chamada IoT (Internet das Coisas / Internet of Things), parte do DNA dos condomínios contemporâneos, notadamente no controle de acesso.

Região de São Paulo que tem registrado aumento na criminalidade em 2018, os Jardins foram palco em setembro passado de uma reunião ainda incomum entre funcionários dos condomínios locais e oficiais da Polícia Militar do Estado. Organizado pelo síndico Luiz Roberto de Araújo, do Edifício Grenoble, o encontro teve o objetivo de orientá-los em relação ao Programa Vizinhança Solidária, recém-implantado no entorno da Alameda Sarutaiá, no Jardim Paulista.

Especialista diz que síndico deve cobrar ensaios técnicos de fornecedor.

A contratação de empresas de manutenção de elevadores “é de extrema importância, porque eles transportam vidas”, destacou a advogada Renata Resegue no encerramento do seminário promovido pelo Seciesp.

O Seciesp (Sindicato das Empresas de Fabricação, Instalação, Modernização, Conservação e Manutenção de Elevadores no Estado de São Paulo) realizou no final de agosto passado (dia 30/08), em São Paulo (Capital), seu primeiro encontro com síndicos.

Evento aconteceu na manhã deste sábado, dia 06 de outubro, no Espaço Hakka, no bairro da Liberdade, sob o tema "O Síndico e a gestão segura do condomínio". O evento contou com o patrocínio da Creditcon, Elevartel, Júpiter, Prevente Engenharia e Vertical Pinturas. As palestras foram ministradas pelo Eng. Civil Marcus Vinícius Fernandes Grossi, o Advogado Cristiano De Souza Oliveira, a Psicóloga Adriana Ugoski Bandeira e a Administradora e Profa. Rosely Schwartz.

Vizinho a um shopping, a uma estação do metrô e localizado em frente a uma unidade do Sesc, o Conjunto Residencial Moradas do Campo Limpo está caminhando para a sua quarta década de vida com o propósito de acompanhar o recente desenvolvimento urbano da região. Por isso, o condomínio entregue no final de 1981 tem apostado no retrofit das suas instalações.

A imagem de um rato acionando o alarme de incêndio de um prédio em Washington, nos Estados Unidos, agitou as redes sociais em setembro passado. O edifício foi evacuado e os bombeiros chamados antes que se descobrisse a origem do incidente. Afora os riscos de doenças, está aí um exemplo inusitado dos transtornos causados pelas pragas e vetores nas edificações. Surpresas com entupimentos também tiram o sossego dos gestores e podem ser evitadas com prevenção.

A advogada e síndica Gláucia La Regina se prepara para receber moradores estrangeiros no Condomínio Edifício Giordana, na região do metrô Vila Madalena, zona Oeste de São Paulo.

A psicopedagoga e terapeuta de família Luciana Szafran afirma que “valores como autonomia, respeito e responsabilidade, entre outros, não são inatos”, mas “apreendidos”.

Investir em espaços e atividades para pacificar a garotada vem ganhando prioridade nos condomínios maiores.

A Direcional Condomínios traz aqui a entrevista com a terapeuta de família e psicopedagoga Luciana Szafran, que complementa a reportagem de capa da edição de outubro de 2018 – "Crianças & Jovens no condomínio: Integração pela paz".

Durante o ENCOAD 2018, a Profa. Rosely Schwartz apresentará um balanço das mudanças no perfil da gestão dos condomínios. O encontro está programado para às 19h30 do dia 27/09/2018, em SP (Capital).

O advogado Cristiano De Souza Oliveira e o Instituto Proordem, de Santo André (SP), iniciarão curso dia 09/10 (terça-feira), em Santo André (SP).

A chamada Internet das Coisas – IoT, derivado do inglês Internet of Things, já está presente no sistema de proteção dos condomínios, afirma Marcelo Okuma, consultor em desenvolvimento de softwares para o segmento.

Pesquisa divulgada no final de julho passado pelo Instituto Sou da Paz, em parceria com o jornal O Estado de São Paulo, mapeou um ranking nos bairros da Capital Paulista relacionado ao Índice de Exposição a Crimes Violentos, apurado sobre o registro de latrocínios, homicídios, roubos, roubos a veículos, entre outros, nos Distritos Policiais de cada região.

A região do Parque da Mooca registrou, no último dia 16 de agosto, tentativa frustrada de invasão de um condomínio por três bandidos, dois dos quais foram baleados em confronto com a polícia (um deles veio a óbito em seguida) e um terceiro acabou preso.

De acordo com uma cartilha produzida pelo Ibape- SP (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo), os “ambientes destinados à recreação infantil e juvenil podem (ou não) serem divididos e dimensionados em função da faixa etária”.

O síndico e arquiteto Marcus Vinícius Abrantes tem observado que a mudança de hábitos e a renovação da faixa etária dos condôminos está introduzindo a necessidade por novos ambientes nos prédios residenciais, entre eles playground e brinquedoteca.

Engenheiro elétrico e pós-graduado em Tecnologia de Sistemas Digitais, Edilson Rosin atua há mais de 30 anos com o mercado de elevadores, notadamente com modernização.

Modernizados ou não, os elevadores devem operar em atendimento às normas técnicas, especialmente a 207/1999 (Norma internacional do Mercosul contendo requisitos de segurança para construção e instalação).

Mesmo que o condomínio tenha que esperar um tempo até que possa modernizar os elevadores, ele pode antecipar algumas medidas de segurança. E, depois da modernização, precisa ficar atento à manutenção.

Na hora de estabelecer contrato com uma empresa de assessoria esportiva, o condomínio deve exigir que todo o seu quadro funcional tenha vínculo empregatício com o prestador de serviços, orienta Marcelo Martinelli, um dos dirigentes da Abaecon (Associação Brasileira de Assessoria Esportiva em Condomínios).

Os condomínios encorparam sua infraestrutura e ganharam conotação de ambiente social e de clube de lazer mesclado à moradia. Precisam agora justificar e ocupar bem esses novos espaços, recorrendo ao apoio de serviços como as assessorias esportivas.

O tema do evento foi "Responsabilidades dos síndicos, administradores e empresas de manutenção de elevadores. Mercado, legislação e normas" e reuniu gestores, dirigentes, empresários e técnicos do setor, diretores do Segur (Prefeitura de São Paulo) e a vereadora Edir Sales.

Moradores de dois condomínios na cidade de São Paulo foram surpreendidos no começo de agosto passado com a necessidade repentina de desocupação de seus imóveis, depois que um dos prédios sofreu desabamento de uma passarela e parcialmente de um talude.

Diante do rigor da legislação brasileira, o cuidado com as árvores do condomínio pede atenção extra do síndico. Como é possível a ele, em geral leigo no assunto, saber quando um espécime está com a saúde comprometida e/ ou corre risco de queda parcial e total?

A revista Direcional Condomínios está participando da Expoprag 2018, maior encontro da América Latina do mercado de controle de vetores e pragas urbanas.

Problemas ocorrem diante riscos de queda de árvores localizadas em terrenos vizinhos ou áreas públicas.

Uma prova de corrida e caminhada entre moradores de condomínios aconteceu na manhã deste domingo, dia 26 de agosto de 2018, com largada às 7h30, no Parque Cândido Portinari, ao lado do Villa Lobos, na zona Oeste de São Paulo (SP).

Na quarta-feira, dia 22/08/2018, a revista Direcional Condomínios recebeu empresários e representantes de suas equipes para a primeira rodada do Treinamento em Vendas e Fechamento de Negócios.

Curso aconteceu na manhã da quarta-feira, dia 22 de agosto de 2018, em São Paulo (SP), em benefício das equipes das empresas anunciantes.

Especialistas da área falarão sobre novas tendência na gestão dos condomínios em encontro que acontecerá no próximo dia 23 de agosto.

Mesmo antes de completar um ano da expedição do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) para o Condomínio Ipiranga Star, ocorrida em outubro de 2017, a síndica profissional Ana Josefa Severino já está de olho nos próximos investimentos que terão que ser feitos no sistema de prevenção e combate ao fogo do residencial.

O condomínio Pátio das Artes, entregue em 2005 no Alto da Lapa, zona Oeste de São Paulo, marcou presença na região com seu projeto contemporâneo e elementos como o alumínio e vidro no guarda-corpo das varandas.

O presidente do Seciesp (Sindicato das Empresas de Elevadores do Estado de São Paulo), Marcelo Braga, e o diretor Fábio Aranha explicam os principais aspectos que envolvem a modernização dos elevadores, em entrevista à Direcional Condomínios.

Reportagem destaca casos de três condomínios que decidiram pela modernização dos elevadores após graves incidentes.

O advogado Thiago Giacon acredita que “95% dos problemas com barulho possam ser resolvidos com uma boa conversa”, mas que “sempre há aqueles que precisam de medidas mais firmes”. Ele se refere a excessos oriundos de “festas com música alta, latidos de cachorro, reformas, crianças correndo, liquidificadores ligados em plena madrugada” etc. Para esses casos, as recomendações aos gestores são:

O incômodo provocado pelo barulho do “vizinho” deixou de ser um problema meramente disciplinar, notadamente nas construções entregues nos últimos anos. Situação cada vez mais comum, gestores e moradores sofrem com os transtornos decorrentes do padrão acústico dos sistemas construtivos.

Edifício de apartamentos localizado na região de Higienópolis, São Paulo (SP), passa por amplo processo de modernização e/ou revitalização de suas instalações e tem agora Sistema de Gestão de Reformas nas unidades.

A Direcional visitou seis condomínios, de idades variadas, que decidiram apostar na modernização das instalações e, ao mesmo tempo, rever espaços e usos, promovendo seu retrofit.

Psicóloga que faz atendimento clínico e, ao mesmo tempo, acumula 20 anos de experiência na administração de condomínios, a síndica profissional Jailma A. Brito coordena o contrato de trabalho de cerca de 100 funcionários terceirizados, além de uma equipe orgânica com gerente predial, supervisor de manutenção e assistente administrativo.

O condomínio Cristall Parque da Aclimação, empreendimento de 2011 localizado no bairro de mesmo nome, zona Centro-Sul de São Paulo, resolveu aplicar uma organizada política de recursos humanos para seu quadro de colaboradores.

A engenheira civil Carolina Scheffer Longato Faro apresenta, em entrevista à Direcional Condomínios, os critérios técnicos que devem ser considerados em um projeto de revitalização ou retrofit dos gradis, portões e guarda-corpos nas edificações. A especialista fala ainda sobre a nova "Lei dos Portões", em vigor na cidade de São Paulo.

A designer de interiores e arquiteta Valquíria Giroto, que também tem experiência como síndica, foi a responsável pelo desenvolvimento do projeto de retrofit do hall social das duas torres que compõem o Condomínio Residencial Mofarrej.

“O síndico vai ser um bom líder quando tiver olhos sempre prontos para observar não só o que está errado, mas também o que foi feito da forma correta, sabendo elogiar na hora certa, conversar, apontar, solicitar, ser gentil e firme. São tipos de postura que fazem grande diferença para quem lidera.”

Depois de realizar com sucesso 4 encontros do Curso de Qualidade no Atendimento, a Direcional irá promover agora o Treinamento em Vendas para as equipes das empresas anunciantes. As inscrições estão abertas e são gratuitas.

Síndicos orgânicos ou externos, além de gestores de condomínio, corretores de imóveis, advogados e conselheiros, entre outros, terão um workshop exclusivamente preparado para desenvolver o tema da comunicação no ambiente condominial.

O advogado Cristiano De Souza Oliveira, especialista na área de condomínios e de mediação de conflitos, fará palestra sobre a presença de animais em condomínios no próximo dia 9 de agosto de 2018, a partir das 19hs, em São Paulo (Capital).

O evento acontecerá na Subseção da OAB-SP do bairro do Ipiranga, zona Sudoeste da Capital Paulista. As inscrições são gratuitas, mas os organizadores solicitam aos interessados a doação de um quilo de alimento não perecível, a ser entregue na recepção da entidade, no dia do evento. As vagas são limitadas.

Mais informações abaixo, em Serviço.

O advogado Cristiano De Souza Oliveira é consultor jurídico condominial, Secretário-Geral da Associação dos Advogados do Grande ABC, membro da Comissão de Direito Condominial da OAB-SP e presidente da Comissão de Direito Administrativo da OAB de Santo André. É Conciliador e Mediador Privado, palestrante no setor condominial, Mestrando em Resolução de Conflitos e Mediação, autor do livro "Sou Síndico, E agora? Reflexões sobre o Código Civil e a Vida Condominial em 11 lições", editado pelo Grupo Direcional. Faz parte de Grupo de Excelência de Estudos Condominiais (GEAC) do Conselho Regional de Administração de SP. É Conselheiro da Associação Comercial de SP - Distrital Centro. Na entidade, atua ainda como membro do Conselho de Estudos de Resolução de Conflitos Empresariais e do Conselho do Setor de Serviços. É colunista de sites e revistas especializadas.

Serviço

Palestra: Animais em Condomínio

Data: 09/08/2018 (quinta-feira)
Horário: A partir das 19hs
Local: Casa da Advocacia e da Cidadania do Ipiranga – Rua dos Patriotas, 701
Informações e Inscrições: Tel. (11) 2069-8120 / 8022; email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

A cidade de São Paulo tem sido palco neste ano de 2018 de tragédias ou graves acidentes relacionados a incêndios nas edificações verticais, a exemplo do Edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paiçandu, que desabou dentro de um contexto que envolveu o abandono completo da manutenção, ocupação irregular e vulnerabilidades criadas pela própria concepção do prédio.

As obrigações do prédio com o sistema hidráulico não cessam depois de sua modernização. Para o gestor de riscos Carlos Alberto dos Santos, é importante promover vistorias periódicas dos equipamentos, conforme um breve roteiro que ele apresenta a seguir:

Os valores elevados das contas de água ao final do mês costumam ser associados a vazamentos pontuais e/ou ao desperdício no consumo pelos usuários, um prejuízo certo para o caixa do condomínio.

A legislação do município de São Paulo determina que os edifícios renovem a pintura ou façam a manutenção da fachada no máximo a cada cinco anos, assim como norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), destaca o arquiteto e perito judicial Daniel Cyrino Pereira.

A manutenção periódica e baseada em normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) assegura o bom desempenho das fachadas dos prédios, protege seus sistemas construtivos e o patrimônio dos condôminos.

“Retrofit” na fachada é um processo que está no horizonte de um condomínio administrado pela síndica profissional Mariza Carvalho Alves de Mello, no bairro do Paraíso, em São Paulo.

Dez anos após ser entregue pela construtora, o Condomínio Jardins de Higienópolis, um residencial de duas torres e 210 unidades localizado no bairro de Santa Cecília, centro de São Paulo, está reinventando o sistema da fachada.

Ao modernizar ou promover reparos no sistema de gás das edificações, os síndicos precisam contar com a colaboração dos moradores durante a suspensão do abastecimento. O jeito é organizar a logística da obra com antecedência, pois essa manutenção não comporta adiamento ou paliativos.

Os advogados Michel Rosenthal Wagner e Alessandra Negrão Elias Martins realizaram no último mês de maio, na Subseção de Pinheiros da OAB-SP, palestras sobre conflitos relacionados ao consumo de drogas em condomínios.

O consumo precoce de álcool e a influência dos próprios familiares e amigos representam uma das principais aberturas ao uso das drogas ilícitas na comunidade, escolas e, por extensão, nos condomínios, afirma o psicólogo Nelson Luiz Raspes, especializado no atendimento a dependentes químicos.

O diálogo é o principal e melhor caminho para lidar com problemas relacionados ao uso de drogas, sexo nas áreas comuns e festas do barulho, mas nem sempre funciona. A maioria envolve adolescentes e os gestores reclamam da falta de apoio dos pais. Nesta reportagem, eles relatam como têm agido nesses casos. E os especialistas deixam orientações.

A individualização da cobrança da água consumida pelas unidades dos condomínios verticais encontra dois sistemas no mercado brasileiro: a autogestão e a gestão pela concessionária pública.

A 1ª ABAECON RUN terá o apoio da Direcional Condomínios e pretende mobilizar os empreendimentos para levarem o maior número de participantes aos Parques Cândido Portinari e Villa Lobos, na zona Oeste da Capital Paulista.

Tema: O SÍNDICO E A GESTÃO SEGURA DO CONDOMÍNIO
Orientação e Alertas sobre os Riscos nas Edificações; Gestão de Conflitos; Liderança, Autoridade & Credibilidade

Gerente de negócios de uma empresa de tecnologia e gestão da medição do consumo de água, gás e energia, Marco Aurélio Teixeira apresenta, a seguir, em entrevista à revista Direcional Condomínios, uma síntese dos processos relativos à individualização da água.

O evento ocorrerá no próximo dia 28/06/2018, a partir das 18h30, na sede do CRA-SP. Organizado pelo GEAC (Grupo de Excelência em Administração de Condomínios), a palestra será gratuita.

Em entrevista à Direcional Condomínios, a síndica profissional Tania Goldkorn explica porque tem estimulado a implantação de hortas nos condomínios que administra. Fala ainda da maneira como faz a manutenção do espaço e gerencia a colheita, que beneficia moradores e funcionários. Tania atua como profissional desde 2013 em São Paulo e hoje atua em oito condomínios.

Evento acontecerá no próximo dia 19/06, a partir das 19h, na Seccional Pinheiros da OAB-SP.

Ano passado, a síndica profissional Mariza Carvalho Alves de Mello iniciou um processo de vistoria e troca dos equipamentos hidráulicos das 26 unidades do Condomínio Uirapuru, prédio construído em 1970, na região do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

Síndico profissional há mais de 20 anos, com 20 condomínios em carteira e consultoria em outros 70, Aldo Busuletti aponta que houve altos e baixos no histórico da terceirização no segmento.

Ex-recepcionista em um shopping center, Ana Claudia A. Paiva se depara hoje com o vaivém do controle de acesso de um condomínio de três anos de implantação, com 96 unidades de três dormitórios e equipamentos completos de lazer, na zona Sul de São Paulo. Há pouco mais de seis meses ela foi contratada como porteira pela empresa de terceirização, seu primeiro trabalho na área.

Um empreendimento misto implantado há cerca de seis anos na região do Portal do Morumbi, zona Sul de São Paulo, com torre de escritórios, um centro de compras e um condomínio-clube, além de uma área de proteção ambiental, é um claro exemplar de como a terceirização de serviços pode funcionar como ferramenta estratégica de gestão.

Mesmo que não seja obrigatória, “a proteção vertical ou impermeabilização de fachada aumenta a resistência das superfícies contra a penetração de agentes agressivos, aumentando a vida útil da estrutura”, afirma o engenheiro civil José Miguel Farinha Morgado, diretor-executivo do Instituto Brasileiro de Impermeabilização (IBI).

Os moradores de um residencial localizado na praia José Menino, em Santos, litoral de São Paulo, levaram um susto na manhã do dia 5 de maio, um sábado, quando revestimentos cerâmicos do alto da fachada desprenderam e caíram sobre veículos.

Ao converter atrasos e débitos das contribuições ordinárias e extraordinárias do condomínio em títulos executivos extrajudiciais, o novo Código de Processo Civil deu força aos síndicos para combater a inadimplência. Os gestores, porém, têm preferido dialogar antes de recorrerem à Justiça.

Em entrevista concedida à revista Direcional Condomínios, o síndico profissional Waldemar Tubor, que atua desde 2002 na gestão desses empreendimentos, destaca abaixo o impacto dos atrasos e dívidas dos condôminos sobre a execução orçamentária e a manutenção dos prédios, entre outros.

Para enfrentar o cenário do aumento do número de ações que cobram dívidas de condomínio, síndicos apostam em estratégias capazes de reduzir os passivos ou até zerar a inadimplência.

A Lei Federal 13.105/2015, que introduziu o novo Código de Processo Civil (CPC), com vigência desde março de 2016, possibilita acelerar os trâmites judiciais de cobrança dos boletos em atraso (considerados títulos executivos). Nesta entrevista, o síndico profissional Waldemar Tubor fala da experiência do uso da medida nos condomínios que administra.

Para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente (comemorado em 5/06), a Direcional Condomínios registra experiências de síndicos focados em diminuir o consumo de água e energia, reciclar os resíduos sólidos e até cultivar hortas em vasos e jardins dos prédios.

Em nota divulgada em abril passado, o CRA-SP (Conselho Regional de Administração) defendeu que a atividade de sindicância por profissional externo ao condomínio seja regulamentada mediante as inúmeras responsabilidades legais que recaem sobre o exercício da função.

A maior feira de segurança da América Latina, a 21ª Exposec, foi aberta hoje (22/05) em SP, Capital. A Direcional Condomínios está acompanhando todas as novidades do setor, a partir de seu estande, localizado na Rua 700.

As bombas ligadas ao sistema hidráulico das edificações são equipamentos de longa durabilidade no tempo, apesar do funcionamento contínuo de muitas delas, em especial daquelas responsáveis pelo abastecimento da água de consumo.

Em março de 2017, o Governo Federal sancionou a lei 13.429, atualizando a legislação anterior sobre o trabalho temporário e consolidando a terceirização, até então regulada por uma Súmula do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e restrita a atividades-meio.

Graduado em Segurança do Trabalho e Administração, o consultor João Carlos Tobias anota que a revolução tecnológica tem exigido profissionais cada vez mais preparados, os quais devem ser treinados e atualizados pelas prestadoras de serviços, de maneira a evitar riscos de acidentes de trabalho. João Carlos atuou na Polícia Científica do Estado de São Paulo por 37 anos.

A internet abriu novas possibilidades à gestão da mão de obra terceirizada, afirma Fabrício Souza, diretor de negócios de uma empresa do setor.

O segmento da terceirização tem procurado colocar novos parâmetros para a contratação de seus serviços pelos condomínios, que contemplem benefícios que estejam além do menor custo em relação àquele gerado pela mão de obra direta.

Entre os dias 25 de setembro e 8 de outubro do ano passado, o Nu Festival, promovido pela startup brasileira Nubank, do setor financeiro, com a curadoria do Coletivo Instagrafite, promoveu intervenções artísticas nas fachadas de seis prédios localizados na região de Pinheiros, zona Oeste de São Paulo.

Depois de onze empresas chamadas e oito entrevistadas para fazer a lavagem das pastilhas do prédio de 45 anos, a síndica Maria Lucia de Carvalho Marques decidiu contratar o apoio de uma engenheira civil para ajudá-la a consolidar as informações recebidas e a desenhar um escopo mínimo dos serviços necessários.

Decisões judiciais recentes impõem aos condomínios a necessidade de atender à parcela de seus residentes com problemas de mobilidade e deficiência. Os desafios são imensos para os síndicos. Segundo dados compilados pelo Eng. Civil Marcus V. F. Grossi, entre 40 projetos ou novas edificações vistoriadas, nenhuma atende integralmente aos padrões normativos.

A variedade de ferramentas tecnológicas no mercado possibilita que cada prédio adote um sistema personalizado à sua realidade na busca por segurança, praticidade e redução de custos.

Na madrugada deste dia 8 de maio, em que se completou uma semana do desabamento do prédio do Largo do Paissandu, a cidade de SP voltou a registrar novo incêndio em um prédio, desta vez num condomínio residencial da Rua Haddock Lobo, esquina com a Av. Paulista.

O síndico Cássio H. Daher convive há dois anos com o sistema de portaria virtual no edifício onde mora, na região do Aeroporto, zona Sul de São Paulo. Com apenas 16 unidades, o condomínio mantinha uma taxa elevada de rateio para manter a equipe de funcionários. Por isso, depois de pesquisar cinco empresas e conhecer in loco três experiências bem-sucedidas com o sistema, resolveu adotá-lo, com aprovação em assembleia.

A confiança e o domínio de novas tecnologias pelos usuários vêm alterando a visão dos condomínios sobre segurança. A presença humana continua importante nos controles de acesso, mas estes incorporam cada vez mais soluções online de atendimento e monitoramento, como portaria virtual, híbrida ou automatizada.

A legitimidade e a produtividade de uma assembleia de condôminos dependem do cumprimento de regras previstas em lei e na convenção, assim como do comportamento daqueles a conduzem. Confira como proceder.

A Seccional Pinheiros da OAB-SP, em São Paulo (SP), promoverá, no próximo dia 15 de maio de 2018, um encontro sobre "Conflitos em Condomínios: Drogadição e a utilização de métodos consensuais. Mediação e justiça restaurativa".

A revista Direcional Condomínios visitou nesta quinta-feira (19/04/2018) a fábrica da Elevadores Otis em São Bernardo do Campo, na Região Metropolitana de São Paulo. A equipe da Direcional foi recebida pelo presidente da empresa para a América do Sul, Julio Bellinassi, e o gerente sênior do centro de modernizações da empresa, Edilson Rosin. A empresa já disponibiliza no mercado modelos de comandos que podem ser acessados remotamente pelo seu centro de operações para correção à distância de alguns tipos de problemas.

Nos próximos dias 22 a 24 de maio, em São Paulo (SP), a revista Direcional Condomínios estará novamente como expositora da Exposec 2018, maior feira de segurança do Brasil. Em um estande maior, localizado na Rua 700 (no 740), a Direcional irá receber os players que atuam com sistemas de segurança voltados para as edificações, como fornecedores e instaladores, além dos síndicos e gestores prediais.

A obrigação vale para os projetos de edificação protocolados a partir desta semana, mais precisamente de 10/04/2018, e envolve banheiros destinados ao público, como os de salões de festas, piscinas, academias e churrasqueiras dos condomínios residenciais, entre outros.

A Direcional Condomínios promoveu nesta quarta-feira (11/4/2018), em São Paulo (Capital), a 4a rodada do Curso de Qualidade no Atendimento, voltado às equipes que trabalham nas empresas anunciantes da revista.

Evento acontece em São Bernardo do Campo (no ABC Paulista) no próximo dia 26 de abril, quint-feira, a partir das 19hs, com o Ten. Cel. José Elias de Godoy. A iniciativa é da Nova Brasil, do segmento de terceirização de serviços.

O técnico Ivan Martinez, que atua há cerca de 20 anos com projetos e execução de obras em condomínios, apresenta aos síndicos alguns itens da ABNT NBR 5.410/2008 que merecem atenção e/ou revisão para adequar o prédio a um processo de AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros):

Uma dúvida tem surgido em alguns condomínios, segundo relatos colhidos dos gestores: A quem compete pagar a conta da atualização das prumadas que saem do centro de medição e levam a corrente elétrica até as unidades?

Os gestores parecem cada vez mais conscientes da necessidade de incluir a elétrica no escopo das modernizações inadiáveis das edificações.

A carbonatação no concreto representa fenômeno comum nas construções e edificações, ela constitui um tipo de manifestação patológica que contribui para diminuir “a vida útil das edificações”, aponta o engenheiro civil Eduardo Araki.

No processo de recuperação e modernização do Condomínio Torre da Roma, edifício comercial de 2002 localizado no bairro da Lapa, zona Oeste de São Paulo, o corpo diretivo acabou apostando há cerca de um ano no quesito agilidade para resolver as infiltrações que afetavam os subsolos.

Enquanto o condomínio consegue conviver com a realidade de calhas instaladas em garagens de subsolo para controlar os efeitos das infiltrações, a coletividade vai protelando a resolução do problema, apesar dos riscos que isso traz a médio e longo prazo.

O vice-presidente do Ibape-SP (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia), o engenheiro civil José Ricardo Pinto, repassa a seguir as principais causas de problemas nos pisos de garagem e avalia algumas alternativas de acabamento.

O engenheiro Marcus Vinícius Fernandes Grossi recomenda aos síndicos evitar a aplicação de resinas em “subsolos que estejam abaixo do nível do lençol freático, sem uma proteção prévia à umidade do vapor”.

Garagens em subsolo, no térreo ou elevadas trazem sistemas construtivos diferentes, com desempenhos variados do acabamento de suas superfícies e, consequentemente, natureza diversa de problemas, aponta o engenheiro civil Claudio Eduardo Alves da Silva.

É preciso que síndicos estejam atentos aos novos prazos de envio de dados relativos aos trabalhadores junto ao eSocial. Integração ao sistema começa no dia 1° de julho.

A hospedagem remunerada em unidades residenciais por aplicativos provoca um choque entre o direito de propriedade e o direito coletivo da comunidade residencial, garantido este por meio de regras de convivência, usos e responsabilidades pelos equipamentos comuns. Este é o entendimento de alguns advogados da área de condomínios, como de Alexandre Callé.

Com mudanças no Regulamento Interno (RI), edifícios residenciais aprovam regras que chegam a inviabilizar a locação temporária através de aplicativos.

A atual normatização brasileira, acompanhada de maior rigor na legislação, tem obrigado a um “amadurecimento” das construtoras e dos prestadores de serviços na área das edificações, aponta o arquiteto e perito Daniel Cyrino Pereira.

Em fevereiro, a Direcional falou das responsabilidades pelas reformas nas unidades, diante da necessidade de se preservar as instalações do condomínio. Agora, esta edição trata das obras nas áreas comuns e traz experiências de compartilhamento desses processos entre síndico, conselho e moradores.

A vida moderna, a tecnologia e a internet abriram novas possibilidades de renda e formas diferenciadas de trabalho. O que fazer quando elas ocorrem dentro das unidades?

Treinamento é gratuito e voltado aos gestores e equipes das empresas anunciantes da revista.

Evento acontecerá nos dias 8 e 10 de maio e será conduzido pelo advogado Cristiano De Souza Oliveira, especialista em condomínios.

Pequenos e micro empregadores do País, incluindo condomínios, deverão iniciar sua integração ao eSocial no dia 1º de julho. Palestra gratuita dará orientações aos síndicos e administradoras de São Paulo (SP).

O ano de 2017 registrou aumento do número de mortes no País causadas por acidentes com eletricidade (choque, raio e incêndios por curtos-circuitos).

Circulares encaminhadas sistematicamente aos moradores indicam a urgência que a síndica Eliane Bezerra Martins sente para dar andamento aos trabalhos de retrofit elétrico no Condomínio Edifício Tropical, um residencial de 93 apartamentos construído em 1963, na Barra Funda, zona Oeste de São Paulo. Ali, os serviços têm sido contratados por etapa, por limitação orçamentária. Mas eles não podem esperar. E a síndica procurar alertar a todos moradores para que evitem usar aparelhos simultaneamente enquanto o sistema não estiver modernizado. Gestora desde 2014, Eliane vem “apagando incêndios” desde então.

A partir de sua experiência na impermeabilização da superfície do Condomínio Edifício Rousseau, o síndico Octávio Carlos Machado deixa a seguir dicas aos seus colegas para evitar problemas com esse tipo de obra.

Umidade e infiltrações apresentam origens diversas e podem demandar um verdadeiro “combo” nos reparos e intervenções.

Projetos equivocados, falhas na execução ou manutenção, além do mau uso, provocam a deterioração das quadras esportivas nos condomínios.

O Portal Administradores define o Supply Chain Management (Gestão da Cadeia de Suprimentos) como uma “uma nova concepção de como fazer logística”, atendendo a “altos níveis de serviços, com menor custo total, visando criar valor para os clientes e alcançar vantagens competitivas”.

A "missão" se impõe à maior parte dos síndicos: É preciso segurar o rateio, cortar excessos, suportar os dispêndios e aumentar os investimentos. Mas como fazer isso sem comprometer o condomínio?

Um público de 100 gestoras marcou presença no Encontro Especial promovido pela Direcional, muitas delas atuando na sindicância profissional, ou seja, representando uma carteira bem maior de condomínios.

A Lei 13.467/17, mais conhecida como reforma trabalhista e que entrou em vigor em novembro do ano passado [e já alterada pela MP 808/2017, no que tange ao direito material], trata de novas relações de trabalho, ampliando as modalidades de contratação dos colaboradores, afirmou o advogado Cristiano De Souza Oliveira na palestra final do Encontro Especial das Síndicas.

O “sucesso” na gestão de um condomínio exige grande dose de “segurança” e “sossego”, desde o ponto de vista jurídico ao patrimonial, predial e nas relações humanas. Pois os síndicos são designados para administrar os interesses e o bem-estar de uma coletividade.

O administrador e controller Clóvis Barbosa atua como síndico orgânico e profissional desde 2016. Recém-chegado à atividade, ele se deparou com inúmeros vícios na administração cotidiana dos condomínios. Clóvis foi gerente administrativo e financeiro de grandes empresas e, a partir dessa experiência, pôde identificar falhas (apontadas a seguir) e adotar um modelo básico (descrito ao final deste texto).

A preocupação com a lisura, transparência e a qualidade dos serviços executados está na mesa do síndico, que hoje recorre a auditorias frequentes ou pontuais nas contas e contratos, de forma a assegurar os interesses da coletividade. A partir de sua experiência no atendimento aos condomínios, o auditor Ivo Cairrão apresenta ao leitor da Direcional Condomínios sugestões que, incorporadas à gestão do prédio, ajudarão a evitar erros ou a aprimorá-la.

A Ética, mais do que um conjunto de valores, expressa um modo de vida em consonância com o bem e a dignidade. A Direcional Condomínios entrevistou síndicos e especialistas para destacar o que eles consideram relevantes à mobilização de um ambiente favorável à tolerância, à participação, ao respeito entre os indivíduos e à coletividade.

O Encontro ocorreu no último dia 06/02, em São Paulo (SP), antecipando a homenagem da revista ao Dia Internacional da Mulher (Comemorado em 08/03). A Direcional antecipa sempre esse evento para o mês de fevereiro de forma que a edição impressa de março possa prestar uma deferência especial às síndicas e demais gestoras dos condomínios.

Em evento promovido no último dia 06/02, a Direcional Condomínios reuniu cerca de 100 síndicas, em um total de 120 participantes, entre 8h e 12h30, em São Paulo (SP).

Segurança e economia de energia são duas fortes razões para que os síndicos busquem atualizar e/ou adequar as instalações elétricas do prédio.

Além da instalação adequada do gerador, é importante ao condomínio fazer a manutenção periódica do equipamento, para que ele não falhe justamente no momento da falta de energia na rede elétrica. Os geradores podem ser implantados tanto na função de conforto quanto na de emergência.

Técnico em edificações, o prestador de serviços Ivan Martinez começou a reaproveitar os restos de pisos e demais revestimentos retirados para a execução de manta asfáltica nas superfícies dos condomínios que atende.

O engenheiro civil Marcelo Urquiza, há 14 anos atuando com impermeabilização e sistema de injeção, observa que as falhas que originam boa parte das infiltrações nas lajes de cobertura decorrem da própria característica de construção da edificação. “São falhas estruturais, pois foram introduzidas no dia da concretagem ou na sua preparação.

Quando se agravam os danos causados por infiltração em superfícies, lajes e pilares do subsolo, os síndicos logo imaginam que a resolução do problema esteja na contratação de serviços extensos e custosos.

A gerente predial Denise Zucarone, do Condomínio Residencial Maison Mont Blanc, em Alphaville (Barueri), sempre teve habilidade em trabalhar com pessoas e exibe no currículo passagens na área educacional, no marketing e na organização de eventos.

Muita coisa tem mudado na função de zeladoria, como sua promoção ao nível gerencial entre os prédios maiores e a chegada de mulheres para exercerem um trabalho que antes parecia reservado aos homens. Mas sua relevância permanece e exige cada vez mais proatividade, como mostram os perfis desta reportagem.

O cumprimento à ABNT NBR 16.280 é obrigatório, afirma o advogado Cristiano De Souza Oliveira.

Síndicos e condôminos são responsáveis pela manutenção e integridade das edificações, incluindo obras nas áreas privativas. Em 2014, a ABNT editou a NBR 16.280, revisada em 2015, com o objetivo de regular essas intervenções e evitar tragédias como o desabamento de prédios. Saiba como normatizar isso no condomínio.

Colocar a manutenção preventiva e corretiva em dia possibilita ao síndico diminuir custos no médio e longo prazo, ao eliminar a necessidade de obras complexas e vultosas no futuro, e a viabilizar melhorias (como a modernização das instalações).

A Direcional Condomínios disponibiliza logo abaixo um guia preparado pelo engenheiro civil Claudio Eduardo Alves da Silva, com a ideia de propor aos síndicos a elaboração de um Manual de Reforma personalizado, contendo os procedimentos adequados às intervenções nas áreas privativas. 

Coberturas em policarbonato e vidro, com gradil de sustentação em aço galvanizado ou alumínio, se tornaram elementos indispensáveis nas melhorias, reformas e mesmo retrofit das edificações, com vistas principalmente a proteger condôminos e visitantes.

A sinalização e comunicação no condomínio serve à identificação das instalações e equipamentos; às advertências de uso das áreas comuns; à orientação de deslocamento, especialmente a rota de fuga em caso de incêndio; e à acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida, portadoras de deficiência visual ou cadeirantes, entre outros.

O síndico Roger Prospero promoveu ampla reforma na academia do condomínio em que vive e atua como orgânico, em 2015, visando à modernização total do espaço.

Prédios mais antigos, com Convenção e Regulamento Interno em vigor há cerca de 30 ou 40 anos, ainda proíbem a posse de animais nos apartamentos, enquanto, na prática, os pets se tornam cada vez mais numerosos mesmo nessas edificações.

O pet place é área de uso coletivo, portanto, se não estiver bem cuidado, ele poderá atuar como mais um ambiente de contaminações e transmissão de doenças, a exemplo de calçadas externas, praças e parques.

Os animais de estimação ganharam espaço como amigos do homem e importantes aliados no combate ao estresse da vida contemporânea. Mas eles necessitam de tratamento adequado à sua natureza, tanto pela própria saúde quanto pela da vizinhança, dentro e fora do condomínio.

A prevenção de acidentes nas edificações demanda grande abrangência de ação por parte dos síndicos e zeladores, aponta o consultor Carlos Alberto dos Santos, profissional egresso do segmento de seguros e de gestão de riscos.

O engenheiro civil Marcus Vinícius Fernandes Grossi, a partir de vistorias realizadas em condomínios, desenvolveu dois estudos, publicados no site da Direcional Condomínios, identificando inúmeros erros encontrados nas áreas e equipamentos de playgrounds. Esses geram sérios riscos de acidentes aos usuários, em geral crianças até 12 anos.

Usos e instalações inadequadas geram riscos contínuos nas áreas externas dos condomínios e apartamentos. A face mais visível e traumática disso está nas ocorrências frequentes de incêndios noticiadas pela mídia. Mas o perigo se encontra além e sempre muito próximo, de onde menos se espera!

Reportagem com o advogado Cristiano De Souza Oliveira

O imediatismo que marca a vida atual, somado a problemas construtivos nos novos prédios, elevou o potencial de conflitos no condomínio. O síndico profissional Adriano Santos fala sobre sua experiência com o diálogo e a mediação no ambiente coletivo.

Em Pauta, os “S” da Gestão das Síndicas: Sucesso, Segurança e Sossego. Uma Comemoração pelo Dia Internacional da Mulher. Em 06/02/2018, a partir das 8h.

Pelo 3º ano consecutivo, a Câmara Municipal de São Paulo receberá especialistas para debater o tema "Como Viver Bem em Condomínio". Neste ano, o encontro está agendado para o próximo dia 30 de novembro, no Auditório Prestes Maia, 1º andar, entre 18h30 e 21h.

O profissional da área de Educação Física, Marcelo Martinelli, deixa a seguir orientações aos síndicos que pretendam investir na modernização ou implantação de uma academia no condomínio. Marcelo é pós-graduado em gestão esportiva e prestador de serviços de assessoria aos condomínios.

As síndicas Christiane Riginik Castanheira e Mila Fernandes da Rocha têm sido personagens frequentes nas reportagens da Direcional Condomínios, que destacam projetos inovadores e/ou ousados de modernização dos prédios. Novamente ambas aparecem em mais uma matéria, agora na área de fitness.

Em sua palestra no Encontro dos Síndicos realizado pela Direcional Condomínios, no último dia 5 de outubro em São Paulo, o consultor em segurança José Elias de Godoy voltou a defender que os síndicos e condôminos pensem de forma integrada a proteção das edificações.

A ideia do Vizinhança Solidária brotou em 2003 no município de Santo André, no Grande ABC (SP), mas foi a partir da divulgação e dos resultados obtidos pelos prédios do Itaim Bibi que a proposta acabou se notabilizando.

Condomínios em São Paulo, Capital, estão se articulando para reforçar o sistema de segurança em sua área externa, ao integrar a comunicação com os demais prédios, trocar informações sobre tentativas ou ocorrências de invasão, orientar funcionários e moradores, além de prevenir novas ações dos bandidos.

Mais funcionais e adaptados às necessidades das edificações, os acessórios estão disponíveis no mercado hoje com maior variedade e prometendo melhor desempenho, como cadeira ergonômica para a portaria, cestos de transporte de lixo com roldana, mops de limpeza econômica e dispensers para reposição de toalhas de papel e sabonete líquido.

A Direcional Condomínios antecipou o Encontro dos Síndicos de 2017 com o objetivo de lhes homenagear nesta edição de novembro/dezembro, pelo seu dia. No último dia 5 de outubro, a revista os reuniu com os especialistas José Elias de Godoy e Cristiano De Souza Oliveira, sob o patrocínio inestimável da BLOCKSYSTEM Impermeabilização Inteligente; EMMO Serviços Terceirizados; e SPECTRO PINTURAS Prediais e Industriais.

Uma temporada explosiva, que associa calor e chuvas excessivas, põe os condomínios em alerta para intensificar ações preventivas contra a proliferação de insetos (Aedes aegypti e cupins), aracnídeos (escorpiões), quirópteros (morcegos) e roedores, bem como contra os riscos de entupimentos.

Entrevista sobre Condomínio Solidário, por Hernan M. De Villar

Apesar de toda correria com o trabalho, o trânsito e a família ao longo do ano, síndicos e condôminos se mobilizam para garantir o amparo a pessoas carentes. O benefício é de todos, pois campanhas como a do agasalho e do Natal contribuem para humanizar as relações no condomínio.

Todo condomínio deve possuir um plano de gestão de crises, incluindo situações de óbito, defende o advogado Cristiano De Souza Oliveira. A seguir, em depoimento concedido à Direcional Condomínios, ele orienta os gestores sobre como dar o apoio necessário e adequado mediante o falecimento de um morador em sua unidade.

Um perfil de gestão de crise pela síndica Lurdes de Fátima Affonso Antonio

"Se quisermos construir algo a mais do que está aí, teremos de arregaçar as mangas no cotidiano mesmo, nesses pequenos/grandes atos que provocam o bom no outro - a 'gentileza' é um bom e fácil exercício" / Entrevista com o advogado Michel Rosenthal Wagner.

Organizado pela J.I Prevent (Consultoria e Treinamento) e com apoio da ACAI (Associação Comercial de Itanhaém/SP), evento acontecerá em 11 de novembro, entre 8h30 e 13h30. É gratuito e receberá inscrições até dia 9/11. As vagas são limitadas.

Promovido pela OAB de São Paulo, encontro acontecerá no próximo dia 24 de outubro, a partir das 19h.