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Um morador preso dentro do elevador em plena noite de réveillon foi a "gota d'água" para que o síndico Marcelo Miake, do Edifício Ilha de Saint Martin, na Vila Mariana (zona Sul de São Paulo), decidisse reformular a casa de máquinas do equipamento. Instalados há 25 anos, idade do prédio, os elevadores locais nunca haviam passado por modernização, apenas manutenção e reparos pontuais, afirma Miake.

O gerente predial Moisés Constantino de Souza Santos costuma usar uma metáfora muito clara quando o assunto é modernização dos elevadores: "Fazer a reforma num prédio e não trocar a cabina é como fazer a reforma de sua casa e deixar móveis e eletrodomésticos antigos". É desta forma que o então zelador do Edifício Presidente, empreendimento de uma torre e onze andares localizado no bairro do Jabaquara, zona Sul de São Paulo, lembra-se da época em que a administração local optou pela modernização da cabina do único equipamento do prédio. O revestimento de fórmica saiu e deu lugar ao aço inox e espelho, as antigas botoeiras foram trocadas, assim como o teto e a iluminação, entre outros. Santos, que após realizar vários cursos na área de condomínios assumiu, desde 2008, a função de gerente predial, afirma que a satisfação dos moradores foi nítida.

Quanto mais tempo se demora em tratar uma doença que parece simples, mais complexa ela poderá ficar e, não raro, mais cara para ser curada. Assim também ocorre nas construções.

As partes mais visíveis do sistema contra descargas atmosféricas estão localizadas no topo dos edifícios. Entretanto, uma parte "invisível", enterrada no solo, também compõe a proteção das edificações e deve receber cuidados.

São Paulo possui a legislação mais rígida de prevenção e combate a incêndio do País, com exigências que vão de testes ou renovação anual dos equipamentos, a treinamento de Brigadas, plano de rota de fuga e vistoria em dia do Corpo de Bombeiros.