A variedade é imensa e cabe a diferentes orçamentos, tamanhos de espaço físico e configurações dos aparelhos da academia do condomínio: síndicos e moradores dispõem hoje de alternativas bem interessantes para o revestimento da área, atendendo a quesitos como durabilidade, amortecimento de impacto, proteção antichamas e antiderrapante, design e cores.

A prestação de serviços aos condôminos dá o tom da moderna gestão dos empreendimentos residenciais. Ela atinge não apenas condomínios-clube, mas prédios tipo padrão que pretendem melhorar o conforto e bem-estar local.

Um coffee-break marcou em 2015 a inauguração da academia do Condomínio Edifício San Remo, benfeitoria que passou a ocupar a antiga casa do zelador. Com investimento de R$ 22 mil, a síndica Neusa Ortiz garantiu a repaginação do espaço, além da compra dos equipamentos e acessórios, ajudando a atualizar o prédio de 30 anos, situado na Vila Mariana, zona Sul de São Paulo.

O treinamento funcional vem conquistando seu espaço dentro de academias tradicionais e principalmente dos condomínios residenciais, pois sua aplicação não exige grandes espaços e se utiliza de equipamentos alternativos, como kettlebell, corda naval, fita de suspensão, caixa de salto, sandbags, tensores elásticos, além do próprio peso corporal. Isso torna o método mais atraente e motivador, ajudando as pessoas na melhora das funções básicas do seu cotidiano, como subir escadas, sentar e levantar, pegar algo pesado do chão etc.

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Os condomínios-clube entraram definitivamente na paisagem dos grandes centros urbanos, o que gerou nova demanda para as administrações. Afinal, como aproveitar melhor piscinas, quadras, churrasqueiras, espaços gourmet, salas de vídeo, jogos, brinquedotecas, academias de ginástica e até, em alguns casos, a garage band? A dúvida ganha corpo especialmente no período de férias, em que crianças, jovens e adolescentes passam grande parte do dia dentro de apartamentos, entretidos apenas com jogos eletrônicos e a internet. “Até as construtoras estão nos procurando hoje para programar atividades para esses espaços”, aponta Sueli Ribeiro, empresária da área de entretenimento e personal graduada em Educação Física.

Bem equipadas, salas de jogos e de ginástica se transformam em espaços de convivência dentro do condomínio. Se o seu prédio é antigo, talvez já esteja na hora de reformar o salão de jogos e a sala de ginástica. Se o condomínio é novo, certamente ainda nem dispõe dessas áreas totalmente montadas. Para um caso ou outro, trate com muito critério essa parte do prédio. Afinal, elas podem garantir agradáveis momentos de lazer para moradores de todas as faixas etárias.

A engenheira civil Ana Josefa Severino Pereira resolveu, há cerca de seis anos, encarar um novo desafio: tornou-se síndica do Condomínio Piazza Di Toscana, no Jardim Avelino, zona Leste de São Paulo, maneira que encontrou para ficar mais próxima dos filhos, então muito pequenos. E ao acompanhar o crescimento de Giovanni e Giulianna, hoje respectivamente com dez e sete anos, percebeu que era preciso mexer na área de recreação do edifício para atender melhor aos pequenos e aos maiores. “Tínhamos um único espaço, havia sempre conflito entre eles e somente uma mesa de pingue-pongue, que vivia quebrando e dando custo de manutenção”, lembra Ana Josefa, que resolveu repaginar o ambiente e uma área então aberta. “Criamos espaços diferenciados para cada faixa etária”, diz.

Cano, cachorro, criado, carro, crianças. Os chamados cinco “cês” dos condomínios costumam causar polêmicas e atritos na convivência entre os moradores. Mas sempre há caminhos possíveis para trazer paz e tranquilidade para a comunidade, principalmente em se tratando de crianças. Afinal, o que querem nossos pequenos? Espaço para brincar, afirmam até mesmo os especialistas em educação. Para Maria Irene Maluf, pedagoga especialista em Educação Especial e Psicopedagogia, os condomínios necessitam planejar o espaço destinado às crianças. “Além do cuidado com a escolha dos locais, é preciso adaptá-los às questões de segurança, de higiene e definir os brinquedos de acordo com a faixa etária dos usuários, prevendo ainda a manutenção rotineira e a reposição de alguns materiais”, orienta.

COM FOCO NA SAÚDE E AUTONOMIA, TREINOS SÃO MAIS AMPLOS E EXIGEM PLANEJAMENTO

Praticar atividade física na terceira idade não se resume a ocupar o tempo nem a ganhar disposição física para cuidar de netos ou encarar filas de bancos. É questão mesmo de se garantir qualidade de vida, manter o dinamismo a despeito das perdas fisiológicas próprias do envelhecimento, continuar independente e combater a depressão e a perda de sono, afirma o ortopedista Ricardo Munir Nahas, médico do esporte e diretor científico da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBME).

Confira o tipo de estrutura, acabamento e desempenho oferecido pelos brinquedos e verifique a toxidade dos materiais utilizados.

É possível atender as necessidades de moradores de todas as idades, com atividades esportivas, festas e espaços que promovam o bem-estar e a melhor convivência.

Prédios que não têm piscina e que carecem de uma boa área de lazer podem optar pela criação de um solarium, espaço onde, além de tomar sol, é possível relaxar.