Necessidade de recompor textura faz síndica redobrar atenção

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A síndica Elisa Malízia está há cerca de 15 anos na gestão do prédio onde mora, o Absolute Moema, na zona Sul de São Paulo, e considera um de seus maiores desafios as intervenções de recuperação da fachada.

Fachada do Condomínio Absolute Moema

Fachada do Condomínio Absolute Moema, na zona Sul de São Paulo, renovada há cerca de um ano e meio

“Ela é uma das obras mais importantes de um condomínio porque ajuda a valorizar o imóvel. Temos aqui uma fachada composta por pastilhas e textura (predominante). A textura é muito bonita, mas se na hora de tratar as trincas essas não forem bem feitas, a fachada irá ganhar um aspecto de colcha de retalhos. É preciso encontrar um profissional que saiba refazer a textura no pano todo igual à original”, avalia a síndica. Elisa destaca ainda a necessidade de que todo o lote de tinta seja adquirido em uma única vez, “para que não haja diferença de tonalidade durante a execução do serviço”.

A síndica diz que promove a renovação da fachada a cada cinco anos no prédio de apenas 26 unidades. A intervenção mais recente ocorreu em 2018; algumas trincas reapareceram após a conclusão dos trabalhos, mas foram novamente tratadas pelo prestador de serviços. “É preciso descascar a textura, abrir a trinca, preenchê-la com selante, depois instalar uma tela, passar a massa texturizada por cima e pintar. Existem trincas que aparecem por acomodação de viga, nesses casos sugiro que seja feito o mesmo processo, com o reforço da tela de aço para maior resistência.” Já para superfícies com descolamento de textura, a síndica recomenda que se exija do prestador de serviços “descascar toda região até que se perceba que o restante esteja firme”. “Aí é só refazê-la onde foi tirada e executar a pintura no pano todo.”


Matéria publicada na edição - 256 - maio/2020 da Revista Direcional Condomínios

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