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Desde que o Decreto Estadual 63.911/18 entrou em vigor no ano passado em São Paulo, com nova regulamentação das condições de segurança das edificações e áreas de risco, os síndicos ganharam um reforço para convencer os condôminos da necessidade de investir no sistema de prevenção e combate ao fogo.

O aumento do consumo da água por causa da quarentena, com boa parte dos moradores em home office e/ou aula virtual, tem pressionado as despesas ordinárias dos condomínios sem individualização da leitura. E, muitas vezes, implantar esse sistema demanda um retrofit hidráulico, experiência vivida pelo Condomínio La Dolce Vita Tatuapé, localizado na zona Leste de São Paulo.

A vedação da caixilharia externa das janelas e de dutos de exaustão e ventilação dos apartamentos é essencial para ajudar na impermeabilização do sistema da fachada, assim como o correto tratamento das juntas de dilatação e da movimentação da superfície. Nestas, deve ser aplicado o selante, que “não é só um elemento estético, ele é importante, pois deve garantir que a fachada se movimente, proporcionando um alívio de tensões”, afirma o engenheiro civil Claudio Stephan.

Um condomínio entregue há cerca de oito anos em Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo, com seis torres e 840 apartamentos, começou em março passado as obras de recuperação da fachada, depois de assegurar que não haja prejuízos para a ação judicial que move contra a construtora.

A advogada e síndica profissional Mila Fernandes Rocha realiza desde 2013 obras que compõem um planejamento de modernização do Condomínio Sucre, residencial do final dos anos 60 localizado no bairro de Santa Cecília, área central de São Paulo.

A pandemia do novo Coronavírus e a quarentena dos moradores do Condomínio Marquês de Olinda entrou como mais um ingrediente no quebra-cabeças que representa a recuperação de sua fachada, iniciada em março de 2020.

Em 2017 a legislação trabalhista brasileira sofreu alterações, como a extensão da terceirização para atividades fim (Lei Federal 13.429) e a criação de novas modalidades de contratação (a exemplo do trabalho intermitente/Lei Federal 13.467). Mas o impacto mais significativo na gestão da mão de obra do condomínio ocorreu neste ano em função da pandemia do novo Coronavírus.

Antes de iniciarem a implantação de um condomínio, síndico e coproprietários devem promover vistoria durante o ato de entrega da obra, com o objetivo de identificar se há não conformidades em relação a questões estéticas, de segurança e uso das instalações.

O Condomínio Residencial Jardim dos Ipês, localizado em Guaianazes, zona Leste de São Paulo, instalou rede de distribuição de gás para todas as 600 unidades de seus 30 prédios.

Duas tragédias envolvendo aquecimento interno da água por meio do gás mobilizaram o noticiário em 2019. Em Santo André (Região Metropolitana de São Paulo), no mês de julho, um casal, o filho de 3 anos e a filha adolescente morreram asfixiados pelo monóxido de carbono que vazou do aquecedor a gás, aparelho que estava sem a chaminé de exaustão (item obrigatório). Cerca de dois meses antes, em maio, no Chile, seis turistas brasileiros também morreram por causa da inalação do monóxido de carbono (pai, mãe, filho e filha adolescentes e um casal de tios).

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