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Os especialistas da área de segurança patrimonial das edifica­ções costumam dizer que o crime se recicla e desenvolve novas artimanhas conforme seu modus operandi vai sendo desvendado.

Com 307 m2 de área, o playground do Condomínio Top Village precisava receber um novo piso, que garantisse mais conforto e segurança para as crianças, especialmente com a plena reabertura dos espaços comuns para usufruto dos moradores, possibilitada com a atual fase do controle da pandemia do novo Coronavírus (ambientes sem restrições de acesso, mas com obrigatoriedade de uso de máscara e distanciamento de 1 metro).

Dois anos depois de iniciadas as obras de retrofit dos dois elevadores, o septuagenário Condomínio Doria de Barros exibe modernidade, conforto e segurança para os moradores de suas 22 unidades.

Diferentes aspectos são propícios ao conforto ambiental e humano e, em consequência, à saúde mental, afirma a arquiteta Eleonora Zioni, especializada em Arquitetura para Saúde e Sustentabilidade, com mestrado pela Universidade de São Paulo e coordenadora dos cursos de pós-graduação de Arquitetura Hospitalar do Hospital Albert Einstein.

Os condomínios valorizam cada vez mais seus espaços verdes e naturais, procurando desta forma estimular o vínculo dos moradores com o ambiente coletivo, combater o estresse e proporcionar-lhes tranquilidade e conforto.

O atual perfil comportamental e de infraestrutura dos condomínios coloca os eventos e a prestação de serviços fitness e esportivos aos moradores como compromissos irrevogáveis da agenda dos síndicos.

Com boa parte da população vacinada com pelo menos 1 dose e a superação dos picos de casos de Covid-19, os condomínios retomaram a agenda esportiva nas áreas comuns. E há perspectiva de um retorno adaptado de festas como o Dia das Crianças e Halloween.

O consumo d’água é tema recorrente nas conversas com os síndicos quando se trata de observar o desperdício do dinheiro dos condomínios, entre tantos outros “ralos” que costumam drenar a arrecadação mensal. Além do seu elevado consumo per capita no Brasil, há muitos prédios com instalações hidráulicas no final da vida útil, malconservadas e/ou sem leitura individualizada por apartamento.

Com melhor gestão da conta ordinária, síndicos ampliam a disponibilidade de caixa para investirem em manutenção, modernização e benfeitorias nos condomínios. Estratégia cessa desperdícios, gera novas economias, mais segurança e bem-estar aos moradores, além da valorização imobiliária.

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