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A sonorização do ambiente da academia do condomínio com a playlist do morador, conectada por meio de bluetooth, simboliza uma das facilidades de se viver em um prédio que já nasce com a tecnologia embarcada em suas estruturas, com aparatos de última geração, caso do Edifício Nomad, residencial localizado no bairro de Moema, em São Paulo.

No condomínio em que a bibliotecária Elani Tabosa do Nascimento reside no bairro da Penha, na zona Leste de São Paulo, há poucas crianças, apenas 28 apartamentos e nenhum espaço estruturado para as brincadeiras infanto-juvenis.

Os espaços de recreação infanto-juvenil no condomínio ganham sofisticação e importância entre as áreas comuns conforme novos empreendimentos são entregues pelas construtoras.

A segurança demanda investimentos contínuos na atualização tecnológica dos equipamentos e/ou na reorganização completa do sistema no condomínio.

O primeiro elevador modernizado do Condomínio Vivenda começou a operar no final de agosto passado, interrompendo um histórico de constantes paradas, pessoas presas na cabina e sustos para os moradores de suas 32 unidades.

O mercado das administradoras viveu forte mudança nos últimos anos, face aos investimentos inevitáveis em softwares de gestão (para a prestação de contas, pagamentos, recebimentos, eSocial etc.) e na integração com o operacional de cada condomínio (cadastros, locação de espaços, comunicados e “livros” de ocorrência, entre outros).

A situação é confortável para os moradores, mas liberar serviços particulares nas áreas privativas gera riscos e reclamações.

A conversa dos síndicos com os jovens necessita de um terceiro elemento, a família, pontua o psicólogo Daniel Stephan Wajss.

Síndicos e administradores apontam que houve uma mudança na relação dos jovens e adolescentes com o condomínio, especialmente na faixa etária de 16 a 24 anos, com baixa presença nas atividades das áreas comuns.

Adolescentes e jovens, especialmente acima de 16 anos, apresentam interesses que, em geral, confrontam o regulamento do condomínio. Resistem ainda a participar dos eventos coletivos. Mas é preciso insistir no diálogo e na busca de meios capazes de incluí-los na vida do prédio, recomendam gestores e especialistas.

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