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Dona das mais belas vistas da cidade, a laje de cobertura até pouco tempo atrás estava esquecida, destinada a ser uma área técnica sem uso e em alguns casos até abandonada.

Em geral, a residência do Zelador é composta por: sala, dormitório, banheiro, cozinha e uma pequena área de serviço e fica localizada no térreo ou na cobertura da edificação. Alguns síndicos optam em alugar o apartamento e incorporar a renda à massa condominial. É uma ideia que pode funcionar muito bem, porém gera burocracia, quórum qualificado para aprovação e recebe muitos questionamentos jurídicos. Para aqueles que preferem soluções mais simples e de fácil reversão, existem algumas opções que são caracterizadas como “uso temporário” e se adequam perfeitamente às novas necessidades impostas nessa época de pandemia que estamos enfrentando.

A pandemia da Covid-19 introduziu novas necessidades nos condomínios, entre elas, disponibilizar espaço que promova o coworking entre os moradores. Na entrevista abaixo, a arquiteta Geórgia Ellen Zorzella Gadea mostra que é possível adaptar, por exemplo, o salão de festas para essa finalidade.

“O retrofit das áreas comuns extrapola os anseios de uma reforma, ele agrega um novo uso, com a inserção de tecnologias atualizadas para adequar o espaço antigo a nova realidade e demanda da vida atual.”

"Cada dia mais percebemos a união entre condomínios que fazem parte de uma mesma rua ou quarteirão e que se organizam em prol de objetivos e anseios comuns. (...) Bairros arborizados, iluminados, bem planejados e seguros são mais procurados e, em geral, valorizados. Transmitem a informação de que naquela região existe uma sociedade organizada para agir em seu próprio benefício."