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O contexto da elaboração das previsões orçamentárias no universo condominial difere totalmente da dinâmica dos índices oficiais divulgados pelos órgãos governamentais. Obviamente, há uma relação com o contexto dos preços de mercado e das tarifas das concessionárias. Entretanto, é de extrema importância assimilar que condomínios têm “inflação” própria.

Há muito se fala em “novos caminhos” e “novo normal” no segmento condominial. Contudo, velhas práticas e antigos costumes ainda emperram o avanço significativo nesse campo. Infelizmente, trata-se de um setor de hábitos enraizados e modelos ultrapassados que, em sua maioria, não atendem mais às expectativas e necessidades de todos os envolvidos, os chamados “stakeholders”, e que carece de uma verdadeira transformação.

O termo ESG (do inglês Environmental, Social, and Governance) é cada vez mais usado no ambiente profissional, caracteriza o conjunto de padrões e boas práticas que busca definir se uma empresa é socialmente consciente, sustentável e corretamente gerenciada. Dentro do complexo universo condominial, infelizmente, ainda existem síndicos e profissionais militantes, com hábitos enraizados, que descreem que essas ações do ESG são de imediata aplicação nos condomínios. Estão totalmente enganados e defasados.

"A função de síndico passou por uma rápida transformação. Exigências fizeram com que o segmento buscasse se não profissionais, responsáveis. A conscientização dessa responsabilidade não ficou restrita a pedidos isolados de moradores, mas privilegiou o todo. Aqui pode estar o segredo pelo largo cumprimento dessa norma específica."

"O ponto fundamental é que antes tratávamos de como proibir e hoje procuramos fórmulas de como conviver, como entender e adaptar-se às novas formas de vida comunitária e da propriedade em comum."