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Temos observado falhas de gestão nos condomínios que poderiam ser evitadas se houvesse uma postura mais proativa de algumas administradoras, que, em lugar de alertar síndicos e conselheiros sobre o que devem ou não fazer, acabam cumprindo uma função meramente reativa, passiva e burocrática.

A pandemia trouxe novos desafios tanto para os síndicos quanto para os condôminos.

Atualmente, em decorrência desse novo normal que estamos iniciando e aprendendo a lidar, face às mudanças no trabalho, nos estudos e no cotidiano em geral por causa da pandemia da Covid-19, a vida condominial está nos dando a chance de colocarmos em prática algumas regras no tocante à compreensão, educação e solidariedade. O síndico exerce hoje um papel preponderante para fazer valer esses quesitos no ambiente condominial.

Na maioria dos condomínios verticais e horizontais, um dos principais apelos de venda hoje é a presença de área de lazer, sendo a piscina um dos maiores atrativos.

A mediação é uma das ferramentas na qual o síndico deve ter conhecimento técnico e legal para exercer com competência e imparcialidade essa nobre missão.

A sonhada casa própria já não é mais uma realidade tão distante para muitos brasileiros, pois, nos anos recentes, os programas sociais criados pelo governo contribuíram para ampliar o número de condomínios junto à população, facilitando assim a aquisição do primeiro imóvel.

Viver em condomínio exige não apenas o preparo dos moradores, quanto daqueles que exercem o cargo de síndico. A falta de maior profissionalismo no controle das contas pode gerar situações drásticas, como a enfrentada pelo síndico Cristovão Luis Lopes, em um residencial de dez torres e cerca de três mil moradores na zona Norte de São Paulo. O síndico anterior, ex-morador, fugira na calada da noite com todo dinheiro e documentação, incluindo o histórico da inadimplência.