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São Paulo reúne a maior quantidade de condomínios do Brasil, tendo cada vez mais áreas de adensamento e desenvolvimento imobiliário. A diversidade cultural, concentração de atividades econômicas e financeiras, opções de lazer e seu apelo cosmopolita compõem um cenário único e amado pelos paulistanos. Ao transitar pela cidade, é notória a enorme quantidade de empreendimentos imobiliários de todas as naturezas, que oferecem opções de moradia, local de trabalho ou investimento para todas as camadas socioeconômicas. Essa transformação constante do panorama da cidade também modifica a maneira como seus habitantes encaram a moradia.

"A dúvida que começa a aparecer neste momento de flexibilização é como as famílias podem organizar suas tradicionais festas e atividades de fim de ano, como Halloween, as colônias de férias, Natal e Ano Novo, sem abrir mão de estarem alinhadas com a situação de isolamento social."

Imagine que um homem, após atuar por oito anos como síndico, procure a Justiça pleiteando um vínculo empregatício com o condomínio.

O síndico não é empregado do condomínio. Suas atribuições estão dispostas no Código Civil e são ligadas ao exercício de um cargo de gestão, sem qualquer vínculo empregatício.

Desemprego e novas tecnologias motivam moradores a usar a própria unidade como escritório ou empresa, realidade que exige regras bem definidas e uma dose de bom senso.

Questionado por muitos moradores, valor do condomínio envolve diversas variáveis e depende de uma boa previsão orçamentária.

O IPEMIC – Índice Periódico de Mora e Inadimplência Condominial registrou índice de mora no pagamento de cotas  condominiais (atraso ate o 30º dia) de 7,21% que, em comparação ao mesmo período do ano anterior (5,50%), representou aumento de 1,71%, em pontos percentuais.