Síndicos & Síndicas

Um perfil do trabalho das síndicas Maria Adriana Neves, Martina Alves e Taciana Carreras

Um perfil da gestão dos síndicos Alessandro Paris e Eduardo Arruda

Assim como os usuários das redes sociais recebem via smartphone notificações de novas mensagens, curtidas e compartilhamentos de fotos e vídeos, os moradores de um empreendimento de alto padrão localizado no Jardim das Perdizes, região da Barra Funda, zona Oeste de São Paulo, têm acesso a notícias, enquetes, reservas, regulamentos e chegadas de correspondências através de avisos do celular.

Um perfil da gestão da síndica Cecília Helena Silva

Desde 2014 a cidade de São Paulo protagoniza a discussão e aprovação de leis que estabelecem diretrizes para o uso e a ocupação do solo, com impacto direto sobre o perfil dos condomínios, as relações de vizinhança, o retrofit e a aprovação de obras.

Designer de interiores e luminotécnica, a síndica Mari Ester Golin leva ao seu condomínio a experiência acumulada com a repaginação dos ambientes através da iluminação, conferindo um novo status a espaços como salões de festas e jardins.

Durante 14 anos ininterruptos, uma síndica esteve à frente da gestão de um residencial com 12 apartamentos e uma loja comercial. Mas, por motivos pessoais, ela não pôde continuar ao término de seu último mandato.

Em sua 7ª e maior versão, o encontro anual da Direcional Condomínios junto às síndicas ocorreu no último dia 9 de fevereiro, no Auditório Paulista Premium. O tema do evento foi Gestão de Riscos no Condomínio, com palestra do consultor Carlos Alberto dos Santos.

A gestão condominial deve estar pautada em processos contínuos de melhorias, planejamento e troca de informações, realidade na qual a administradora exerce um papel importante de apoio e parceria, aponta a síndica Maria Helena Teixeira, Master Business Administration com ênfase em Gestão Estratégica de Operações em Bancos.

Homenagem ao 8 de Março, Dia Internacional da Mulher.

A necessidade de conciliar a manutenção das instalações, pelo uso contínuo e o decurso da vida útil, com demandas da modernidade (como acessibilidade, segurança, serviços e sustentabilidade), impõe um novo perfil à gestão do condomínio.

Para manter o caixa em ordem num megaempreendimento, o síndico Paulo Fontes confere cada pagamento, faz controle diário das contas, dispõe de auditoria externa mensal, de boa equipe de apoio e de um conselho fiscal atuante. É preciso justificar cada gasto, principalmente quando se movimentam recursos superiores a muitas empresas de médio porte.

A Contratação de Seguro para toda a edificação é obrigatória e está prevista no Artigo 1.346 do Código Civil (Lei Federal 10.406/2002). Entretanto, não há menção quanto ao momento da contratação, mas sim, quanto à contratação contra o risco de incêndio ou destruição total ou parcial da edificação.

Data é comemorada no dia 30/11. O evento registrou a presença de dezenas de síndicos, além de profissionais que atuam na área. Teve participações da Profa. Rosely Schwartz e do advogado Cristiano De Souza Oliveira, com patrocínio das empresas Alpha Serviços Especializados, Intelbrás e Repinte.

A Direcional Condomínios parabeniza a todos os "prefeitos" desta nanocidade chamada condomínio!

Uma das obrigações legais do síndico é a de evitar a deterioração do patrimônio coletivo, o que exige muita dedicação interna. Mas há aqueles que ultrapassam os limites do condomínio e se articulam com os vizinhos para melhorar o bairro, conforme mostra esta reportagem que homenageia o Dia do Síndico.

A estreia da administradora Janaína Aparecida Persike na sindicância veio em dose dupla: na implantação de um residencial e no prédio onde mora. Resolveu focar neste último, onde apresenta balanço positivo em menos de dois anos de trabalho.

Vencedora de dois troféus da Associação Comercial de São Paulo pelos enfeites do Condomínio Piazza Di Toscana, na promoção “Natal Iluminado”, a síndica Ana Josefa Severino mudou de prédio e cidade. Está no Plaza Athenee, em São Caetano do Sul, para onde levou a tradição de celebrar o final do ano comungando com o espírito natalino.

Síndica do residencial Arboris Essentia até abril passado, Sandra Tarcha protagonizou missão árdua pelo início da leitura individualizada da água no condomínio. "Mas foi uma experiência também de vitórias, principalmente pela redução do consumo", avalia.

O condomínio é um campo fértil para ocorrências fora de hora e que surpreendem síndicos e moradores nos momentos mais indesejáveis, como o final da noite ou feriados prolongados. É o caso de um vazamento de unidade que aconteceu por volta das 23h, atingiu o apartamento de baixo e causou curto circuito. O morador afetado queria cobrar responsabilidades do condomínio, situação analisada a seguir pelo advogado Cristiano De Souza Oliveira.

Buscar o equilíbrio entre arrecadação e custos, através de uma previsão orçamentária realista, representa grande passo para uma gestão eficiente, destaca o síndico Paschoal Lombardi Junior, que ajudou a recompor a saúde financeira de seu condomínio.

O 6º Café em Homenagem às Síndicas foi realizado no dia 16/2 pela Direcional Condomínios, com palestras da Profa. Rosely Schwartz e do advogado Cristiano De Souza Oliveira. O evento reuniu 51 convidadas e teve o patrocínio das empresas GentSEG, de terceirização de serviços, e Horizonte Pinturas, de recuperação e manutenção de fachadas.

A Direcional Condomínios promoveu o 6º encontro de mulheres que atuam na gestão desses empreendimentos, antecipando suas homenagens ao Dia Internacional da Mulher.

A Direcional Condomínios inaugura esta seção para compartilhar experiências de síndicos e síndicas, com suas dúvidas, aprendizados e vitórias. E nada melhor do que começar pelo relato da parceria entre um síndico e o zelador, já que este, que tem seu dia comemorado em 11 de fevereiro, representa os ‘olhos, ouvidos e braços’ do primeiro na gestão do condomínio. Acompanhe essa história.

A síndica Vilma Peramezza administra há 31 anos um dos edifícios símbolos de São Paulo, o Conjunto Nacional, um complexo misto erguido nos anos 50 na Avenida Paulista, que hoje abriga galeria comercial e cultural, duas torres de escritórios e uma de unidades residenciais. Ela estima em 30 mil pessoas/ dia a população flutuante do local, 10 mil/dia a de ocupantes e administra 220 funcionários diretos. Quando chegou ao prédio, em 1984, como síndica e gerente-superintendente, o Conjunto Nacional estava “muito deteriorado, com 30% de área desocupada e inadimplência, além de espaços danificados por um grande incêndio em 1978”, lembra.

Síndicos e síndicas encarnam diferentes personagens em seu dia a dia, conforme os desafios enfrentados e também suas características pessoais: eles podem ir do típico faz-tudo ao delegado, mestre, tirano, amigo, fiscal, ouvinte e conselheiro. É possível equilibrar esses papéis através do autoconhecimento, importante para evitar o "sequestro emocional e o roubo de seu tempo".

Aos síndicos de todos os perfis e prédios, nossa homenagem e reconhecimento ao inestimável serviço que prestam à coletividade, ao bem viver.

O morador chega ao seu prédio, usufrui de portões, funcionários na portaria, elevadores em ordem, água nas torneiras, energia nas áreas comuns, sinal de antena, lixo recolhido conforme o horário determinado pela Prefeitura etc. etc. Mas nem imagina a operação diária que isso tudo envolve, e os aborrecimentos extras enfrentados pelos síndicos ao lidar com o fator humano. Aqui temos um breve relato desse dia a dia.

Hoje experientes, os síndicos Paulo Maccaferri e Kelly Remonti conduzem um processo contínuo de melhorias em seus condomínios, sempre de olho no equilíbrio das contas

Primeiro vem o susto, seguido de uma mudança repentina de vida, após síndicos e síndicas serem eleitos pela primeira vez, “da noite para o dia”. Mas o tamanho da empreitada os faz arregaçar as mangas, colocar muita energia no trabalho e dar uma virada no condomínio, em benefício da modernização e da valorização dos imóveis. Nossos parabéns a todos eles, pelo 30/11, Dia do Síndico!

No 5º Encontro de Homenagem às Síndicas (em 11/2), a Direcional Condomínios reuniu 39 mulheres para trocar experiências de enfrentamento da crise da água. O evento celebra o Dia Internacional da Mulher e teve neste ano as participações dos advogados Cristiano De Souza Oliveira e Michel Rosenthal Wagner, além do patrocínio da Elevadores Primac e da VedaSempre.

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, a Direcional Condomínios reuniu as síndicas de São Paulo e região metropolitana para um alongado café da manhã no dia 11 de fevereiro de 2015. O evento aconteceu em um espaço aconchegante, no auditório e mezanino do Restaurante Praça São Lourenço, na Vila Olímpia, zona Sul da capital paulista. Patrocinado pela Elevadores Primac e a VedaSempre (sistema de injeção capilar contra vazamentos), o encontro teve ainda as palestras dos advogados Cristiano De Souza Oliveira e Michel Rosenthal Wagner, que abordaram a atual crise da água.

Parabéns a você – gestor e gestora – que não mede esforços para fazer do seu condomínio um lugar feliz de se viver. Pois ser síndico é...

Quatro condomínios residenciais da Vila Formosa, na Zona Leste de São Paulo, se uniram a estabelecimentos comerciais e escolas do seu entorno e resolveram abraçar o Programa Vizinhança Solidária, coordenado pelo 8º Batalhão da Polícia Militar e apoiado pelo Lions Clube e o Conseg local. A experiência de unir moradores, comerciantes e prestadores de serviço de um bairro em favor de um programa preventivo de segurança foi iniciada há cinco anos na região do Itaim Bibi (zona Sul) e passou antes por um piloto no ABC, para começar a ser replicada em outras áreas da Capital paulista.

A síndica Railda Silva, moradora antiga do Condomínio Edifício Parque do Olimpo, no Jardim da Saúde, zona Sudeste de São Paulo, começou a observar há mais de sete anos muita gente solitária entre os moradores das 216 unidades e três torres do empreendimento. Em 2007, propôs a criação do Grupo de Amor à Melhor Idade. Com festas dos aniversariantes e confraternização de final de ano, o Gami se constituiu num ponto de apoio e amizade. “As pessoas antes ficavam no seu quadrado, não tinham liberdade para falar com o vizinho. Agora, com o Gami, elas conversam mais e pedem até auxílio”, afirma Railda. A iniciativa deu tão certo que o condomínio deve se mobilizar para reunir os pais das crianças pequenas, entre 3 a 6 anos, em novo grupo de amigos.

O corredor de ônibus da Av. 9 de julho, no trecho compreendido entre as avenidas São Gabriel e Cidade Jardim, é uma conquista recente dos síndicos agrupados em um dos bolsões que compõem o programa Vizinhança Solidária do Itaim Bibi, em São Paulo. O programa se notabiliza pelo pioneirismo de uma iniciativa que começa a replicar em outras regiões da cidade. Ele representa a mobilização de um coletivo de condomínios - no caso, mais de cem -, em prol da segurança do bairro, com apoio da PM local e do Conselho de Segurança (Conseg).

Ocupando toda extensão da Av. Santo Amaro entre as avenidas Cotovia e dos Eucaliptos, em Moema, a Praça Dr. Werther Maynard Krause recebe apoio de uma associação de dez condomínios há 16 anos, quando resolveram protegê-la contra o abandono e o mau uso. Desde essa época, o grupo tem sido responsável pelo pagamento dos vigilantes, em uma parceria formalizada com a Prefeitura de São Paulo. A praça é cercada e abre ao público entre 7h e 19h. Possui playground e quadra, passeios para caminhadas internas, mesas e bancos em alvenaria. Mas precisa de manutenção.

No mês em que se comemora o Dia do Síndico (em 30/11), parabenizamos a todos os gestores e gestoras que colaboraram conosco nos últimos 17 anos e que trabalham pelo bem de seus condomínios. Esta reportagem procura mostrar que ser do bem é um nobre valor humano, o qual implica, sobretudo, em cidadania.

Condomínios em quadrinhos

As determinações da Lei dos Resíduos Sólidos estão valendo desde agosto deste ano, quatro anos após sua aprovação. Algumas ações estruturais, tanto por parte do Governo Federal quanto dos municípios já foram realizadas, mas de forma ainda tímida. A fiscalização e conscientização do público, por meio de campanhas de sensibilização, estão muito aquém do que se esperava. Resultado disso é uma grande quantidade de condomínios e cidadãos que desconhece a lei ou não sabe por onde começar. Então, vamos esperar ou arregaçar as mangas?

Condomínios em quadrinhos

A situação pode até causar certo estranhamento entre alguns condôminos, mas é comum encontrar funcionários de administradoras assumindo cargo de síndico nos empreendimentos, especialmente no momento de sua entrega e ocupação. Segundo o advogado e consultor condominial Cristiano De Souza Oliveira, não há qualquer irregularidade neste vínculo. “Desde que a Convenção assim permita e que não haja objeção da administradora”, pondera o especialista.

* Para conhecer os demais cursos oferecidos pelo Secovi-SP (Universidade Secovi) e a Aabic, consulte os links: http://www.universidadesecovi.com.br/; http://www.aabic.com.br/treinamento 

** EPD (Escola Paulista de Direito). Cursos contam com apoio institucional do CRA – Conselho Regional de Administração de São Paulo

Apesar de experientes, os síndicos procuram se atualizar em cursos de gestão condominial. Mas há também conselheiros, subsíndicos, administradores e gestores prediais estudando para garantir um lugar no mercado.

O administrador Marcelo Mahtuk, que atende a uma carteira de mais de 400 condomínios e, eventualmente, em uma situação extraordinária, acaba também assumindo a sindicância de alguns prédios, revela preocupação com a tendência de se contratar síndicos profissionais. Segundo ele, o problema reside no risco de haver um hiato entre as expectativas do contratante (condomínio) e do contratado (síndico). “Tem que alinhar a expectativa do condomínio com esse síndico. Às vezes o condomínio espera que terá um gerente ao contratar o profissional, alguém que vá ficar de plantão, mas esse não é o papel dele.”

Em cinco anos à frente do Condomínio The Point, Rosa Braghin (imagem abaixo) promoveu reformas estruturais e implantou serviços que fazem muito sucesso, como a lavandeira, uma nova área de lazer na cobertura e a modernização da academia. Administradora, contabilista e ex-executiva, ela diz que “o síndico de boa vontade não dá mais”. É preciso profissionalizar a gestão, independente se o síndico é local ou externo. “Redijo, leio e negocio contratos”, exemplifica. De síndica local em seu condomínio, Rosa resolveu abraçar a área e hoje atende a um segundo residencial. “Administrar é a minha vida. Gostei das vitórias que venho galgando, vejo as pessoas felizes e orgulhosas do condomínio, é muito gostoso proporcionar isso.”

Contratar profissional externo para cuidar do condomínio é uma boa alternativa desde que o síndico ouça os condôminos, busque uma convivência pacífica e tenha o suporte de um conselho bastante ativo. Segundo especialistas, é preciso mais que uma boa gestão dos custos e do patrimônio.

Condomínios em quadrinhos

Congresso técnico realizado no último final de semana em São Paulo buscou orientar síndicos e administradoras sobre como aplicar nova norma técnica da ABNT, sobre reformas nas unidades internas

Na 4ª edição de seu evento em Homenagem ao Dia Internacional da Mulher (em 8 de março), a revista Direcional Condomínios reuniu 36 personagens que dão a alma pela edificação de um ambiente coletivo mais organizado, equilibrado e feliz. O grupo, composto em sua maioria por síndicas que gostam muito de trocar experiências, se encontrou no último dia 13/02, durante um alongado café da manhã.

Confira as participantes do encontro especial promovido pela revista Direcional Condomínios no dia 13 de fevereiro de 2014, no espaço de eventos da Livraria Nove Sete, em São Paulo. Em destaque, registramos a opinião de algumas síndicas e profissionais sobre as perspectivas das soluções alternativas de conflito no âmbito dos condomínios, entre elas a mediação e conciliação.

Independente do excesso ou não de compromissos em suas atividades profissionais e pessoais, os síndicos precisam manter a privacidade, para que não comprometam seus interesses nem os horários de descanso ou lazer. Há situações que não têm jeito, como a relatada pela síndica Sandra Degenszajn. Ela já foi acordada às 4h30 da manhã por causa do estouro de um cano em um apartamento. A moradora não estava em casa e o vizinho de baixo, o subsíndico Jair de Andrade, sofreu sérias consequências com o vazamento da água na sua unidade. A síndica conseguiu contatar a moradora e, em 20 minutos, ela chegou ao prédio. Nesse meio tempo, Sandra fechou a prumada da água.

Inspirada pelo clima de fraternidade que toma conta dos meses de dezembro e janeiro, a revista Direcional Condomínios traz o perfil das síndicas Mônica Salmaso, uma das principais vozes femininas da música popular brasileira, e Sandra Degenszajn, monja e uma das fundadoras da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil. Elas protagonizam experiências edificantes em seus condomínios, histórias que vale a pena relatar.

Data que merece ser comemorada! Pois Ser Síndico é.....

As síndicas representam apenas 14% da carteira de condomínios do administrador Marcelo Mahtuk, mas ele diz que há uma tendência cada vez maior à profissionalização das mulheres na função. E vai além: Marcelo prefere administrar com elas, pela maior disponibilidade, atenção, cuidados e paciência que reservam à gestão condominial. Pois é assim, com dedicação e comprometimento, às vezes até certo preciosismo nos detalhes, que as mulheres têm feito diferença nos condomínios, conforme três histórias destacadas nesta edição, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher (comemorado em 8 de março).

As mulheres ocupam hoje os mais diferentes espaços da vida contemporânea – inclusive os condomínios. Chefiam famílias, escolas, empresas, prefeituras, Estados e até a Presidência. E nos condomínios exercem uma liderança marcada pela grande disponibilidade em melhorar a qualidade de vida e a funcionalidade dos serviços e sistemas. Além, é claro, de apostar em uma mudança, para melhor, dos padrões de relacionamento e convívio humano.

É possível aos síndicos compartilhar decisões, tarefas e responsabilidades com subsíndicos, conselheiros, síndicos mirins e moradores, introduzindo nos condomínios o modelo da gestão participativa? em três residenciais destacados nesta reportagem, publicada em homenagem ao dia do Síndico (comemorado em 30/11), a experiência mostrou-se viável e os tem auxiliado na missão diária de governar esta pequena coletividade.

Acompanhar obras pessoalmente e documentá-las com precisão estão entre as preocupações do síndico dos Jardins.

“SÓ PODIA SER MULHER!” A frase, tão comum de ser ouvida no trânsito, com tratamento pejorativo às mulheres motoristas, também vale para a administração de condomínios. Porém, nos edifícios a frase é dita com sentido totalmente inverso: prédios com síndicas mulheres costumam ter excelentes resultados em suas gestões. Não há pesquisas que comprovem tal fato. Mas o que se percebe é que as mulheres são mais detalhistas e dedicadas. O resultado são condomínios com manutenção impecável e administração enxuta, com caixas saudáveis.

O síndico deve ser remunerado?. Síndico que trabalha sério pode e deve ser remunerado pelo empenho em sua função. Mas, fique atento, pois é a convenção quem rege essa questão.

Responsabilidade civil e criminal, balanço contábil, recolhimento de tributos, gestão de recursos humanos, administração de conflitos e da segurança, disponibilidade 24 horas por dia e postura pró-ativa. Aí está uma lista básica das obrigações ou preocupações que os síndicos assumem hoje, uma função cada vez mais complexa, não apenas pela profusão de leis, normas e regulamentações relativa à vida dos condomínios, mas também pela necessidade crescente de incrementar a infraestrutura de segurança e lazer dos edifícios. “Trabalha-se o tempo todo na administração de um condomínio, a cada dia há um novo evento ou procedimento a ser adotado”, diz o síndico Murillo Corrêa.

“Maestro” ou “juiz de futebol”: qual papel cabe ao síndico diante de problemas envolvendo familiares dentro das unidades autônomas e que acabam gerando transtornos aos demais condôminos?

Diferentes ferramentas contribuem para informar e integrar os moradores, desde as placas de sinalização, algumas obrigatórias, a boletins impressos e páginas na internet.

Em comemoração a 8 de março - Dia Internacional da Mulher, a Direcional Condomínios promoveu uma homenagem às síndicas, reunindo catorze mulheres batalhadoras e incansáveis para um café da manhã. Em um spa localizado no Jardim Paulistano, elas puderam se confraternizar e trocar muita informação e experiência.

Sempre que lembramos do Novo Código Civil, pensamos nas questões mais polêmicas, as mais divulgadas. Porém, existe um tema tão importante quanto qualquer outro que é por vezes esquecido, qual seja, a transferência de deveres e responsabilidades do síndico.

De acordo com Sérgio Schneider, o síndico deve cumprir as seguintes tarefas:

É cada vez mais comum os condôminos travarem uma verdadeira batalha para eleger um síndico, seja porque não há candidatos ou porque o candidato não agrada a maioria. Por lei, todo condomínio precisa ter um representante legal.

Síndico ranzinza, democrático, paciente, amável, mandão. Parecem não ter fim as várias características dos síndicos. Resultado de suas próprias características pessoais (como sexo e profissão), o estilo do síndico é fundamental para que ele exerça - ou não - uma gestão de sucesso. "O síndico rígido não tem mais vez. Ele é visado e destituído. É preciso entender que o síndico não é síndico, ele está síndico. Seu mandato vai acabar e ele continuará sendo vizinho", analisa Maria Luisa Neves, administradora de condomínios e síndica profissional. Maria Luisa adverte que, hoje, os condomínios devem ser administrados primeiramente com bom senso: "Senão, ninguém convive. O síndico deve usar a administradora para não entrar em embate pessoal com seus vizinhos. Uma advertência, por exemplo, deve ser assinada pela administradora, para que o síndico não bata de frente com os condôminos."

Ser síndico é despender tempo e energia para resolver os problemas da comunidade. Saiba como não tornar sua vida um inferno, separando vida particular das atividades condominiais.

EM BUSCA DO BEM COMUM

Diante da ausência de políticas públicas mais efetivas, condomínios se articulam com o entorno ou a comunidade para assegurar melhorias em seu bairro, principalmente em segurança e na preservação de áreas verdes.

A maioria dos condôminos teme ser síndico. Afinal, administrar um condomínio não é tarefa fácil: são muitas atribuições e responsabilidades. E são justamente as responsabilidades que causam os maiores temores no síndico. Ele é o representante legal do condomínio, o que cumpre e faz cumprir os artigos do novo Código Civil, a convenção e o regulamento interno do edifício. Além disso, ele deve cuidar da manutenção das áreas comuns. Uma carga pesada, é verdade.

Três histórias reunidas aqui homenageiam o Dia do Síndico, a ser comemorado em 30/11, e refletem bem a "missão" incansável dessas pessoas que prezam pelo bom funcionamento da coletividade, pela valorização do patrimônio e pela construção de um ambiente harmonioso. Experiência que envolvem "debate eleitoral", "plano diretor" de melhorias, gestão compartilhada, controle orçamentário, programas sociais, entre muitos outros.

Uma nova lei para as calçadas está para entrar em vigor em São Paulo, Capital, mudando parâmetros construtivos e de multas. Outra lei, a 15.095/2010, sobre geradores a diesel ou biodiesel, levará a Prefeitura a iniciar em 2012 a fiscalização sobre a emissão de poluentes pelos equipamentos instalados nos condomínios. São dispositivos que os advogados costumam classificar como “posturas municipais”, as quais aumentam, exponencialmente, as obrigações legais dos condomínios e têm o síndico como administrador principal.

altA conciliação de conflitos entre moradores de condomínios é uma ferramenta que facilita a vida social, financeira e jurídica de todos. Embora seja considerada como uma nova cultura de gerenciamento, ela já é praticada há eras pelas mulheres da família, mais especificamente pela matriarca do clã.

O setor imobiliário e a construção das cidades brasileiras têm recebido muita atenção nestes últimos anos. Sempre que a economia melhora, pululam empreendimentos por todos os lados. O setor tem se profissionalizado em todos os níveis, da construção à administração imobiliária. Nesse contexto, o tema condomínios se tornou mais complexo, sua administração compreende hoje um mix de prestação de serviços, de gestão administrativa, de recursos humanos, financeira e da convivência, além de um suporte jurídico especializado.

Conheça os procedimentos que podem levar à destituição do síndico.

Pelo 3º ano consecutivo, a revista Direcional Condomínios prestou uma homenagem às síndicas, em função do Dia Internacional da Mulher, que é comemorado em 8 de março. No encontro deste ano, realizado no dia 16 de fevereiro, no espaço de eventos da Livraria Nove Sete, na Vila Mariana, zona Sul de São Paulo, o tema predominante nas conversas foi mediação e conciliação de conflitos. A psicóloga Jussara Rodrigues Sartini, conciliadora voluntária do Tribunal de Justiça de São Paulo desde 2004, conduziu uma palestra e uma dinâmica sobre “A mulher síndica e seu papel na solução de conflitos”.

Irregularidades na administração, falta de prestação de contas, não administrar convenientemente o condomínio: apesar de complexa, a legislação permite a destituição do síndico. Saiba como e por que.

Eleger-se como síndico representa assumir um cargo de muita confiança e, para que não existam contratempos, é preciso ter em mente que isso não significa tornar-se dono do prédio, mas tão somente representante daquela comunidade. E para que isso funcione em harmonia, o eleito deverá:

Há muito que a situação econômica de nosso País, o aumento da insegurança e a oportunidade de melhores condições de lazer, têm evidenciado a migração de famílias para condomínios fechados, como se este modelo de moradia fosse a solução de todos os problemas e desejos.

A administradora e contabilista Rosely Benevides de Oliveira Schwartz atua na área de condomínios há quase duas décadas e observa grande mudança nas atribuições e perfil de síndicos e síndicas. As leis estão mais complexas e há controle e cobrança maiores por parte dos condôminos, justifica. Professora de cursos de formação de síndicos e autora do livro “Revolucionando o Condomínio” (Editora Saraiva, 13a edição), Rosely Schwartz apresenta, a seguir, uma síntese das atribuições desse novo gestor.

A rotina de um condomínio lembra a de uma cidade, em que é preciso manter o funcionamento diário dos transportes (elevadores), do abastecimento de água e energia, coleta de lixo, segurança etc. Tarefas que põem fim ao amadorismo de sua gestão.

Os síndicos já estão descolados com certo comportamento de alguns proprietários, que preferem quitar o cartão de crédito ou cheque especial a pagar o boleto condominial. Ou de outros que simplesmente apostam na impunidade. Mas é possível dissuadir esses casos, através de estratégias rigorosas de combate e controle da inadimplência.

As síndicas representam apenas 14% da carteira de condomínios do administrador Marcelo Mahtuk, mas ele diz que há uma tendência cada vez maior à profissionalização das mulheres na função. E vai além: Marcelo prefere administrar com elas, pela maior disponibilidade, atenção, cuidados e paciência que reservam à gestão condominial. Pois é assim, com dedicação e comprometimento, às vezes até certo preciosismo nos detalhes, que as mulheres têm feito diferença nos condomínios, conforme três histórias destacadas nesta edição, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher (comemorado em 8 de março).

É possível aos síndicos compartilhar decisões, tarefas e responsabilidades com subsíndicos, conselheiros, síndicos mirins e moradores, introduzindo nos condomínios o modelo da gestão participativa? em três residenciais destacados nesta reportagem, publicada em homenagem ao dia do Síndico (comemorado em 30/11), a experiência mostrou-se viável e os tem auxiliado na missão diária de governar esta pequena coletividade.

O setor imobiliário e a construção das cidades brasileiras têm recebido muita atenção nestes últimos anos. Sempre que a economia melhora, pululam empreendimentos por todos os lados. O setor tem se profissionalizado em todos os níveis, da construção à administração imobiliária. Nesse contexto, o tema condomínios se tornou mais complexo, sua administração compreende hoje um mix de prestação de serviços, de gestão administrativa, de recursos humanos, financeira e da convivência, além de um suporte jurídico especializado.

A engenheira Ana Severino Pereira concilia profissionalismo com delicadeza e transforma seu condomínio em espaço privilegiado de qualidade de vida.

A conciliação de conflitos entre moradores de condomínios é uma ferramenta que facilita a vida social, financeira e jurídica de todos. Embora seja considerada como uma nova cultura de gerenciamento, ela já é praticada há eras pelas mulheres da família, mais especificamente pela matriarca do clã.

A maneira como as mulheres síndicas agem – com desprendimento, persistência, paciência e atenção aos detalhes – contribui para dar outro perfil aos condomínios e abre caminho para a conciliação e o apaziguamento dos conflitos.

No próximo dia 11 de dezembro, um domingo, entre 150 e 200 condôminos se reunirão em almoço de confraternização no Edifício Saint Paul Ville, no bairro da Bela Vista, em São Paulo. O evento compõe uma agenda de dois encontros anuais que o condomínio costuma promover, com o propósito de aproximar seus moradores e criar um ambiente mais harmonioso. Tudo organizado pelo Conselho de Qualidade de Vida, composto por três membros efetivos e três suplentes, instância criada pela convenção do condomínio, atualizada em 2003.

Uma nova lei para as calçadas está para entrar em vigor em São Paulo, Capital, mudando parâmetros construtivos e de multas. Outra lei, a 15.095/2010, sobre geradores a diesel ou biodiesel, levará a Prefeitura a iniciar em 2012 a fiscalização sobre a emissão de poluentes pelos equipamentos instalados nos condomínios. São dispositivos que os advogados costumam classificar como “posturas municipais”, as quais aumentam, exponencialmente, as obrigações legais dos condomínios e têm o síndico como administrador principal.

Como fazer a transição para uma nova administração quando o síndico é destituído? A convenção prevalece e devem ser avaliadas suas exigências.

MULHERES SÍNDICAS, NÃO TEM PARA NINGUÉM

Em confraternização pelo Dia Internacional da Mulher (comemorado em 8 de março), a Revista Direcional Condomínios promoveu, pelo segundo ano consecutivo, um alongado e aconchegante café da manhã com mulheres síndicas além de profissionais que atuam na área, em justa homenagem àquelas que dedicam seus dons de organização, liderança e flexibilidade para profissionalizar a gestão condominial.

Ser síndico é despender tempo e energia para resolver os problemas da comunidade. Saiba como não tornar sua vida um inferno, separando vida particular das atividades condominiais.

Três histórias reunidas aqui homenageiam o Dia do Síndico, a ser comemorado em 30/11,  e refletem bem a "missão" incansável dessas pessoas que prezam pelo bom funcionamento da coletividade, pela valorização do patrimônio e pela construção de um ambiente harmonioso. Experiência que envolvem "debate eleitoral", "plano diretor" de melhorias, gestão compartilhada, controle orçamentário, programas sociais, entre muitos outros.

“Maestro” ou “juiz de futebol”: qual papel cabe ao síndico diante de problemas envolvendo familiares dentro das unidades autônomas e que acabam gerando transtornos aos demais condôminos?

Em comemoração a 8 de março - Dia Internacional da Mulher, a Direcional Condomínios promoveu uma homenagem às síndicas, reunindo catorze mulheres batalhadoras e incansáveis para um café da manhã. Em um spa localizado no Jardim Paulistano, elas puderam se confraternizar e trocar muita informação e experiência.

Diferentes ferramentas contribuem para informar e integrar os moradores, desde as placas de sinalização, algumas obrigatórias, a boletins impressos e páginas na internet.

Responsabilidade civil e criminal, balanço contábil, recolhimento de tributos, gestão de recursos humanos, administração de conflitos e da segurança, disponibilidade 24 horas por dia e postura pró-ativa. Aí está uma lista básica das obrigações ou preocupações que os síndicos assumem hoje, uma função cada vez mais complexa, não apenas pela profusão de leis, normas e regulamentações relativa à vida dos condomínios, mas também pela necessidade crescente de incrementar a infraestrutura de segurança e lazer dos edifícios. “Trabalha-se o tempo todo na administração de um condomínio, a cada dia há um novo evento ou procedimento a ser adotado”, diz o síndico Murillo Corrêa.

“SÓ PODIA SER MULHER!” A frase, tão comum de ser ouvida no trânsito, com tratamento pejorativo às mulheres motoristas, também vale para a administração de condomínios. Porém, nos edifícios a frase é dita com sentido totalmente inverso: prédios com síndicas mulheres costumam ter excelentes resultados em suas gestões. Não há pesquisas que comprovem tal fato. Mas o que se percebe é que as mulheres são mais detalhistas e dedicadas. O resultado são condomínios com manutenção impecável e administração enxuta, com caixas saudáveis.

No Estado de São Paulo, o mercado de condomínios gera 240 mil empregos diretos e um milhão de indiretos, e movimenta R$ 8 bilhões por ano. São cerca de 40 mil condomínios. Em média, cada prédio emprega seis funcionários e possui uma folha de pagamento mensal em torno de R$ 8 mil. A feira Expo Síndico Secovi Condomínio trouxe novidades e informações para atualizar síndicos e administradores de condomínios.

Chegou a hora da eleição do síndico. Saiba as regras para eleger o novo comandante do condomínio.

Acompanhar obras pessoalmente e documentá-las com precisão estão entre as preocupações do síndico dos Jardins.

Iniciam os eventos da Direcional Condomínios

Tratando de temas que palpitam nas assembléias, evento foi uma ótima oportunidade de síndicos se reciclarem.

Síndico que trabalha sério pode e deve ser remunerado pelo empenho em sua função. Mas, fique atento, pois é a convenção quem rege essa questão.