“Agregados minerais”, um trabalho diferenciado na manutenção ou recuperação de fachadas

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Em artigo recém-publicado no site da Direcional Condomínios, o Eng. Civil Marcus Vinícius Fernandes Grossi enumera as funções que os revestimentos exercem na fachada das edificações.

Além da estanqueidade à água, eles proporcionam vedação acústica e térmica, harmonia estética e podem ainda reforçar a função de proteção exercida pela parede.

Como os revestimentos são diferenciados de um prédio a outro, mudam-se a vida útil, bem como os custos e procedimentos de manutenção. Nesse quesito, uma situação particular é vivida pela síndica Stalina de Carvalho Gama, do Condomínio Villa Magna e Villa Real, edifícios construídos há 40 anos na Bela Vista, em São Paulo. Com boa parte da fachada composta de granilite, ela tem muitas dúvidas quanto à melhor maneira de recompor o material nos pontos que se encontram falhos (fotos nesta página).

Segundo Marcus Grossi, o granilite, assim como o fulget (ou fulgê), representa um tipo de “agregado mineral” sobre o qual ainda inexiste uma norma técnica especificando procedimentos. “A princípio, esses revestimentos necessitariam de uma lavagem, acompanhada da aplicação de verniz, o que seria menos oneroso que a pintura. Mas, como esse é o revestimento original do prédio, já passou o tempo de vida útil, o que requer uma inspeção rigorosa com testes de percussão (para avaliar pontos soltos), ensaio de aderência à tração (observando a resistência), absorção de água (checando a retenção de umidade), entre outros. Para uma solução mais eficiente e segura, recomendo ao condomínio a contratação de um profissional habilitado e especialista em patologias ou revestimentos.”

Matéria publicada na edição - 224 de junho/2017 da Revista Direcional Condomínios

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