José Eduardo Coscia Sichetti - Condomínio Residencial Mediterrâneo
Dinheiro em caixa e condomínio em ordem
O Residencial Mediterrâneo passou por uma verdadeira revolução na gestão do síndico José Eduardo: contas em dia e obras de manutenção realizadas
Dinheiro em caixa e condomínio em ordem
Determinação, dedicação e uma imensa vontade de mudar a situação do condomínio. Com esses requisitos, o síndico José Eduardo Coscia Sichetti, há quase seis anos à frente do Condomínio Residencial Mediterrâneo, vem realizando uma administração bem sucedida. O condomínio, instalado num terreno de 12.700 metros quadrados, com quatro torres e 320 apartamentos, estava com a manutenção das áreas comuns defasada e o caixa estourado. Em março de 2001, o saldo da conta ordinária do condomínio estava devedor em R$ 148.917,56. Com o trabalho do novo síndico, apoiado pela subsíndica Blanca Minaya Severino, um ano depois o saldo passou a credor em R$ 5.309,77 e o saldo total do condomínio, incluindo todas as contas, fechou em mais de R$ 355 mil disponíveis em conta.
Para o síndico, o sucesso do trabalho foi pautado na negociação firme com fornecedores e na realização das manutenções necessárias praticamente sem custo para os condôminos (apenas a obra de restauração das quadras foi feita com rateio). “Chamamos os inadimplentes para renegociar os débitos. Passamos a fazer nós mesmos todas as compras e revemos todos os contratos, como os de manutenção de elevadores, segurança e limpeza”, conta. Os resultados foram cinco anos sem aumento de condomínio, equilíbrio entre recebimentos e despesas e um caixa atual de mais de R$ 140 mil, com todas as obras quitadas, significando um investimento de aproximadamente R$ 1 milhão.
Grandes obras foram realizadas, como a impermeabilização de 3.500 metros quadrados do térreo, reforma dos halls sociais e dos elevadores, pintura dos prédios e construção de nova guarita no acesso de veículos. Eduardo lembra que as infiltrações na garagem eram inúmeras. Aproveitou-se a impermeabilização do térreo para colocar pedra natural com detalhes em granito no piso, que era apenas cimentado. Os pisos dos halls sociais, que eram revestidos de ardósia, ganharam granito. Os espaços também mereceram um projeto de decoração, com forro em gesso e novos móveis. Os elevadores, que tinham cabines em fórmica, receberam modelos em aço escovado. A reforma técnica dos elevadores também foi feita, trocando-se os antigos comandos mecânicos por digitais. “Antes, o técnico acabava de sair daqui e já tínhamos elevador parado”, lembra o síndico.
As aprovações e contratações de obras tão vultosas foram cercadas de cuidados. José Eduardo conta que não emite sua opinião sobre as empresas participantes das concorrências. “Nunca tomei uma decisão sem antes consultar o conselho. Para a concorrência da impermeabilização, por exemplo, as empresas finalistas levaram o conselho para visitar algumas de suas obras”, lembra. A relação de obras realizadas é extensa: troca dos brinquedos dos playgrounds, reforma da churrasqueira, cujo piso estava cedendo, substituição das coberturas de sapé dos quiosques, instalação de CFTV com 38 câmeras, compra de equipamentos de ginástica, colocação de cobertura de policarbonato na entrada do condomínio, entre outras.
Tanto trabalho exigiu tempo e dedicação de José Eduardo e Blanca. A subsíndica, aliás, trabalha praticamente o dia todo pelo condomínio. Faz as compras, muitas retiradas com seu próprio carro, e cuida do dinheiro do caixinha. O síndico faz questão de frisar que o valor do caixinha é o mesmo há seis anos. A dupla não recebe remuneração pelo trabalho, mas apenas a isenção de condomínio. Além do cuidado com o dinheiro do condomínio, síndico e subsíndica fazem questão de tratar com dignidade os 17 funcionários e os terceirizados (limpeza e segurança). “Já multei morador que destratou porteiro”, conta o síndico. Com os condôminos há rigor no cumprimento dos regulamentos mas todos recebem um tratamento gentil. “O síndico não é inimigo de ninguém. Pelo contrário, procuramos sempre atender a todos, ser companheiro e entender as dificuldades dos outros”, sustenta José Eduardo. “É preciso ter bom senso e se colocar no lugar do condômino”, completa Blanca.
Para contatos com o síndico, e-mail:
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Legenda - Blanca e José Eduardo: dedicação e seriedade transformaram o condomínio.
Matéria publicada na Edição Nº 109 em fevereiro de 2007 da Revista Direcional Condomínios
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